TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Poder Judiciário apresenta ‘Círculo de Paz’ aos educadores de Chapada dos Guimarães
Resgatar a cultura do diálogo e da pacificação social por meio da conscientização das novas gerações. Esse é o objetivo do Poder Judiciário de Mato Grosso, que está realizando pelas comarcas do Estado a apresentação dos ‘Círculos de Construção de Paz’ para escolas do município.
Esse foi o terceiro encontro promovido pelo coordenador do Cejusc de Chapada dos Guimarães, juiz Leonísio Salles de Abreu Júnior, que já esteve reunido anteriormente com os representantes dos Poderes Legislativo e Executivo dos municípios que também compõem a comarca, Nova Brasilândia e Planalto da Serra, para formalização e compromisso da sanção de projetos de leis instituindo os ‘Círculos de Paz’ como políticas públicas nas escolas municipais.
O também diretor do Foro da Comarca afirmou que o Círculo de Paz é a preparação de um ambiente seguro, onde as pessoas vão poder conversar, ouvir, falar de si, observando a horizontalidade. “Não existe hierarquia para quem participa do círculo, todos estão em posição de igualdade, com sigilo e voluntariedade. O importante é os participantes aprenderem a escutar de forma atenta e compassiva, se colocando no lugar do outro.”
Presente na dinâmica, a psicopedagoga da Secretaria Municipal de Educação, Suzy Belo, aprovou a sua participação na técnica restaurativa e reforçou que é possível aplicar a ferramenta nas escolas. “O Círculo de Paz é gratificante. Traz a possibilidade do diálogo, a oportunidade de ouvir o outro e de ser ouvido. E essa troca de emoções, de experiências de vida, é muito rica, pois traz uma segurança e uma liberdade de se expressar. Isso vai trazer um ganho de paz para dentro das escolas, um espaço de abertura de compreender, de conhecer o outro, então é muito importante.”
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Compromisso com a inclusão: TJMT destaca o Dia Mundial da Conscientização Sobre Acessibilidade
O Dia Mundial da Conscientização Sobre Acessibilidade (data rotativa, celebrada na terceira semana de maio), instituído em 2012, busca ampliar a conscientização sobre a importância da acessibilidade, especialmente no ambiente digital. Em 2026, a data é comemorada na terceira quinta-feira do mês de maio e reforça a necessidade de aprofundar o debate público sobre inclusão e eliminar barreiras.
Em sintonia com esse movimento, a Comissão de Acessibilidade e Inclusão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) divulga, em seus canais oficiais, as datas alusivas aos direitos das pessoas com deficiência.
A iniciativa fortalece a cultura da inclusão e dá visibilidade a temas essenciais para a construção de uma sociedade mais justa, acolhedora e igualitária. A ação está alinhada ao compromisso institucional do Judiciário mato-grossense de fomentar o diálogo permanente sobre acessibilidade, inclusão e respeito à diversidade humana, contribuindo para a superação de preconceitos ainda existentes.
Promover acessibilidade é assegurar o pleno exercício da cidadania e reafirmar o compromisso do Poder Judiciário com a dignidade da pessoa humana. Ao integrar ações permanentes de conscientização com investimentos estruturais, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso consolida uma atuação efetiva na construção de uma Justiça mais inclusiva, acessível e próxima da população.
“Trata-se de um avanço que vai além da eliminação de barreiras físicas, alcançando também a acessibilidade comunicacional e digital, com impactos concretos na vida dos cidadãos”, afirma a desembargadora Nilza Pôssas de Carvalho, vice-presidente do TJMT e coordenadora da Comissão.
No ambiente digital, o Portal do TJMT conta com recursos de acessibilidade como comando de voz, navegação facial e navegação por teclado, permitindo o uso do site sem a necessidade de mouse. As ferramentas são voltadas especialmente para pessoas com deficiência motora e ampliam a autonomia no acesso aos serviços.
Todas as funcionalidades podem ser ativadas no menu de acessibilidade localizado na lateral do portal. Com o comando de voz, por exemplo, o usuário acessa conteúdos por meio de instruções faladas. Já a navegação facial utiliza a câmera do dispositivo para identificar movimentos do rosto e controlar o cursor. A navegação por teclado, por sua vez, permite percorrer toda a página com comandos simples, além de possibilitar a ativação de leitura por voz e tradução em Libras por meio de atalhos.
As ferramentas integram a política de acessibilidade do Tribunal e atendem às diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), especialmente à Resolução nº 401/2021, que trata da inclusão de pessoas com deficiência no âmbito do Poder Judiciário, inclusive nos portais institucionais.
Portal
A desembargadora Nilza Pôssas de Carvalho destaca ainda que em abril deste ano, o Poder Judiciário de Mato Grosso lançou a página da Comissão de Acessibilidade e Inclusão no Portal do TJMT, durante o evento “TJMT Inclusivo: Autismo e Direitos das Pessoas com Deficiência”. Agora, os públicos interno e externo podem conhecer as ações da Comissão e entrar em contato com seus membros visitando o portal acessibilidade.tjmt.jus.br
Autor: Patrícia Neves
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
Email: [email protected]
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