TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Pelo 2º ano Corregedoria promove Prêmio “Unidade Destaque”

Poder Judiciário, por meio da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-TJMT) irá reconhecer com o Prêmio “Unidade Judiciária Destaque” aquelas que conquistaram as melhores performances durante o ano de 2024. A cerimônia de premiação ocorrerá na tarde de 5 de dezembro (quinta-feira), no Plenário 2, do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT).
 
Esta é a segunda edição do prêmio, que foi criado em 2023, por meio do provimento TJMT/CGJ Nº 24, e tem como propósito estimular a produtividade, eficiência, celeridade e transparência, aprimorando a prestação jurisdicional do Primeiro Grau em Mato Grosso.
 
O corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, destaca a importância da premiação. “É um reconhecimento justo e merecido àqueles que se dedicam diuturnamente em prol dos nossos jurisdicionados e de toda a sociedade mato-grossense, elevando o Judiciário a patamares mais altos”, afirmou.
 
A análise de desempenho considerou dados coletados até 31 de outubro (data de corte). A avaliação foi conduzida pelo Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI) com base no Painel Estratégico da ferramenta Business Intelligence (BI), denominada OMNI.
 
As unidades serão premiadas em duas categorias: Diamante e Ouro, conforme anunciou o juiz auxiliar da CGJ-TJMT, Emerson Luís Pereira Cajango. Ele ressaltou a importância de incentivar a melhoria contínua nas comarcas. “Realizamos encontros para debater como aprimorar a performance das unidades, mostramos indicadores e exemplos práticos. Nada mais justo do que reconhecer quem se destaca, incentivando outros colegas a seguirem o exemplo”, explicou.
 
Além do certificado, os servidores e magistrados das unidades premiadas terão notas de elogio registradas em suas fichas funcionais.
 
Para o coordenador da CGJ, Flávio Paiva Pinto, o prêmio também promove boas práticas no Judiciário. “Esse é um prêmio que reconhece o trabalho destes servidores e magistrados. As boas práticas merecem ser amplamente divulgadas. As unidades premiadas podem servir de exemplo e inspiração para as demais”, concluiu.
 
Saiba mais:
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto 1: Integrantes da corregedoria e magistrados premiados posam para a foto ao final da solenidade de entrega de prêmios na edição 2023.
 
Gabriele Schimanoski/Foto:  Ednilson Aguiar
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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