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Outubro Rosa: Judiciário promove roda de conversa para falar sobre o diagnóstico precoce

Esclarecimento e informação são as principais aliadas para evitar o agravamento de doenças como o câncer de mama. É por isso que ao longo de todo o mês de outubro o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) promove ações das mais diversas que visam sempre levar conhecimento e despertar alertas para o diagnóstico precoce. Na última terça-feira (19), um time de profissionais de referência da área da saúde esteve em uma roda de conversa no TJMT debatendo o tema.
 
O debate foi conduzido pela coordenadora do Ambulatório Médico do TJ, Alessandra Medina. Ela apresentou um caso motivador para que os participantes pudessem falar sobre o câncer de mama a partir de uma situação concreta. Uma paciente de 39 diagnosticada com câncer de mama foi o ponto de partida para as falas.
 
“Foi fantástico esse formato de evento e se falou de tudo, desde o diagnóstico precoce até as medidas sobre alimentação, atividade física, mudança de hábitos de vida que levam a muitas doenças, inclusive ao câncer. Hoje temos testes genéticos para verificar predisposição ao câncer, o que não é uma indicação geral, mas já é disponível em Cuiabá”, avaliou o oncologista, André Crepaldi.
 
Ele considerou ainda que a iniciativa trouxe “informação de qualidade e ajudou a levar esperança, pois, acima de tudo, ter um diagnóstico de câncer não significa que o mundo desabou. Temos tratamentos e muito a oferecer, sempre com uma equipe multidisciplinar”.
 
Além do oncologista, participaram da roda de conversa o mastologista Luciano Florisbelo da Silva, a radiologista Heloísa Alice de Carvalho, o cardiologista Hebert Monteiro, a psicóloga Gisele Ramos de Castilho e a nutricionista Sônia Maria Pace.
 
A paciente exemplo que provocou o debate ainda contava com características que foram apontadas como de risco para o desenvolvimento da doença. A obesidade e hábitos sedentários foram fatores de risco apontados por todos os participantes que ainda destacaram que, de acordo com dados mais recente, é possível afirmar que tais fatores estão acima de componentes genéticos.
 
Alessandra Medina explicou que foram feitas mudanças na dinâmica desse Outubro Rosa, mês em que se realizam ações de sensibilização para o tema do câncer de mama. “Esse ano decidimos fazer uma roda de conversa trazendo um estudo de caso para termos uma interação com os participantes e promover o debates, esclarecer dúvidas”.
 
As mudanças e o novo formato de discussão foram aprovados pelos servidores e servidoras. Entre elas, Marluce Martins, assessora da Diretoria Geral que manteve o olhar atento para as discussões, que tiveram grande participação do público.
 
“Foi muito positivo o evento, uma oportunidade para tirar dúvidas, ter conhecimento sobre o tema que mesmo sendo sempre noticiado, temos ainda muitas dúvidas. É uma experiência ímpar que o Poder Judiciário proporciona aos servidores e servidoras e foi muito importante”, finalizou.
Na sexta-feira (21), será realizada uma caminhada no Parque das Águas, às 7h.
 
#Paratodosverem
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Descrição de imagem: Foto 1 – Foto colorida onde aparecem os debatedores. Eles e elas estão sentados em cadeiras no palco do auditório. Ao fundo aparece uma projeção do logo do Outubro Rosa. Abaixo aparecem alguns participantes sentados nas cadeiras do auditório. 
 
Andhressa Barboza
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

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O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

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O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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