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Nova versão da LexIA aprimora experiência do usuário e eleva produtividade no TJMT

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A ferramenta de Inteligência Artificial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a LexIA, ganhou uma nova versão e apresentou avanços que reposicionam a experiência do usuário como elemento central da inovação tecnológica dentro do Judiciário.

Desenvolvida por servidores e utilizada diariamente por magistrados, assessores e equipes técnicas, a plataforma acumula mais de 1.500 usuários habilitados e registra em média seis mil requisições por dia, consolidando-se como um hub robusto de apoio à atividade jurisdicional.

Nesta atualização, a LexIA ficou mais intuitiva, mais rápida e mais funcional. As melhorias foram planejadas com foco na rotina real das unidades judiciárias, desde a edição de minutas até a análise de documentos complexos. As novidades reforçam o compromisso do TJMT com uma tecnologia ética, segura e supervisionada, em plena conformidade com a Resolução 615 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Experiência do usuário como prioridade

Entre os principais avanços, destaca-se a nova camada de usabilidade. A plataforma agora oferece:

· Exportação direta para Word e Excel, permitindo o envio imediato do conteúdo gerado para documentos oficiais;

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· Tema claro e escuro, garantindo conforto visual em diferentes ambientes de trabalho;

· Botão de copiar resposta com um clique, agilizando a produção de textos e minutas;

· Canvas interativo, que possibilita a edição colaborativa das respostas, permitindo refinamento de votos, relatórios e análises sem sair da plataforma.

Projeto nascido no TJMT se tornou referência nacional

Para o presidente do Comitê Gestor Estratégico de IA (CGEIA), desembargador Luiz Otávio Saboia, a ferramenta traduz o compromisso do TJMT com a eficiência.

“Quando começamos esse projeto, ele era apenas um sonho: aplicar Inteligência Artificial com ética, inovação e responsabilidade. É uma solução inovadora que nasceu aqui no Tribunal de Justiça de Mato Grosso, pensada e desenvolvida por quem entende a magistratura e o Poder Judiciário, destinada e entregue para quem realiza a justiça”, destacou o desembargador.

Com integração ao PJe, governança técnica própria, capacitação contínua e replicadores em todas as unidades, a LexIA consolida-se como um dos projetos mais estruturados de IA no Judiciário brasileiro. É uma solução desenvolvida dentro do TJMT para fortalecer a Justiça e entregar decisões cada vez mais qualificadas em menos tempo.

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Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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