TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Nosso Judiciário leva informações sobre a Justiça a estudantes da Escola Estadual Ferreira Mendes

Cerca de 90 alunos dos sétimo, oitavo e novo anos do ensino fundamental da Escola Estadual Francisco Alexandre Ferreira Mendes, localizada no bairro Boa Esperança, em Cuiabá, participaram de uma palestra sobre o funcionamento da Justiça brasileira, promovida pelo projeto Nosso Judiciário, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), na manhã desta quinta-feira (14 de março).
 
A palestra foi proferida pelo servidor Neif Feguri, que além de abordar como as pessoas podem ter acesso ao Judiciário, desde os Juizados até os Tribunais Superiores, passando também pela Justiça Restaurativa e outros métodos autocompositivos de solução de conflitos, como mediação e conciliação, fez questão de deixar uma mensagem de cidadania aos adolescentes.
 
“Vocês são o futuro do nosso estado e vocês são o futuro do nosso país. Podem ter certeza de que no meio de vocês, vocês terão delegados, advogados, juízes, desembargadores e, quem sabe, um prefeito. Tenha o seu professor como seu amigo. Ele é pago pelo
Estado para preparar você para o futuro. Valorizem a sua escola. Aqui é o lugar que prepara vocês para o futuro. O país precisa de mudança e quem fará essa mudança serão exatamente vocês. Respeitem o próximo, não ajam com violência, invistam em vocês mesmos”, exortou.
 
Gabriel Mendonça, aluno do 8º ano, conta que o pouco que sabia sobre a Justiça era o que via pelos noticiários e que a palestra foi uma oportunidade para aprender um pouco mais. “Já tinha um pouco de conhecimento sobre a justiça pelo que vejo nos jornais, mas nunca me aprofundei nesse assunto. Eu achei muito bom porque aprofundei um pouco mais sobre o funcionamento da justiça. É bem interessante”.
 
A mesma opinião é compartilhada por Alexandre Pinheiro Lopes, aluno do 9º ano. “Eu achei muito interessante e acho que é importante pois nós devemos saber sobre a Justiça porque pode ser algo que a gente vai usar no nossa vida”, disse.
 
A diretora da unidade escolar, Alexandra de Souza Maia, aprovou a atividade oferecida pelo Poder Judiciário de Mato Grosso, pois leva mais cidadania para toda a comunidade escolar. “É uma parceria que as escolas todas devem almejar. Essa parceria com a Secretaria de Educação e com o Tribunal de Justiça é importante porque desde pequenos os estudantes têm que receber essa orientação, já desde cedo saber o que eles têm de direito. A função da escola é formar cidadãos de bem e, com essa parceria, a gente tem a contribuição do TJ em relação a algumas leis que, às vezes, a gente desconhece. E são novas possibilidades, que os alunos e as famílias precisam conhecer. Eles levam essas informações para casa. Tudo oque acontece na escola eles compartilham com a família. É uma forma de trabalhar no aluno esse despertar para os direitos e deveres, principalmente”, avalia.
 
O projeto Nosso Judiciário, conduzido pelos servidores Neifi Feguri e Antônio Cegatti, existe desde 2015, já tendo atendido mais de 130 unidades escolares e mais de 30,5 mil estudantes de escolas públicas e privadas. Além das palestras, os alunos ganham uma cartilha ilustrada, que pode ser utilizada em sala de aula e compartilhada com familiares e amigos. O projeto Nosso Judiciário está alinhado ao planejamento estratégico do Poder Judiciário de Mato Grosso, ao colocar em prática a visão institucional de ser uma justiça inclusiva, garantindo o acesso da sociedade aos serviços prestados, por meio da educação.
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativos para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: Foto em plano aberto que mostra um auditório repleto de alunos uniformizados, sentados e lendo a cartilha do projeto Nosso Judiciário. À frente, no palco, em pé e falando ao microfone, está o servidor Neifi Feguri, que profere a palestra. Segunda imagem: Foto em plano fechado, mostrando a mão de uma aluna segurando a cartilha ilustrada do projeto Nosso Judiciário. A aluna está sentada e aparece o cabelo cacheado dela no canto esquerdo da foto.
 
Celly Silva
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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“Selo Imprensa por Elas” destaca adesão de veículos de comunicação e busca proteger mulheres

O troféu e o “Selo Imprensa Por Elas”, entregues aos 27 veículos de comunicação presentes no “Café com a Imprensa – Diálogo e Proteção à Mulher”, marcam o início de novas ações de enfrentamento à violência de gênero a serem desenvolvidas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso. O evento, realizado nesta quarta-feira (15) no Tribunal de Justiça, em Cuiabá, foi o primeiro passo para jornalistas e magistrados construírem juntos um protocolo de cobertura jornalística que proteja as vítimas da violência doméstica e feminicídio.

“Podemos juntos fazer uma transformação cultural. Precisamos do apoio e da parceria dos meios de comunicação para evitar que mais mulheres sejam mortas em seus ambientes íntimos. Esse encontro foi essencial para ouvirmos as dúvidas e sugestões dos profissionais presentes e debatermos questões sensíveis”, ressaltou a coordenadora da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), desembargadora Maria Erotides Kneip.

Durante o café, foi distribuído o “Guia Rápido –Jornalismo que protege e dignifica” como primeira minuta de um trabalho maior a ser construído, conforme a juíza Ana Graziela Vaz de Campos, membro da Cemulher e vice-presidente do Fórum Nacional de Juízes e Juízas (Fonavid).

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“O ‘Selo Imprensa Por Elas’ destaca os veículos que investem na qualificação de suas equipes e na melhora contínua da cobertura responsável dos casos de violência doméstica. Desse diálogo, vamos construir juntos um protocolo de cobertura jornalística para evitar o chamado efeito copycat, quando se divulga a forma como ocorreu o feminicídio e um caso gera outros similares”, pontuou.

Para a desembargadora Gabriela Knaul Albuquerque, a iniciativa tem como objetivos a “proteção da dignidade das mulheres, a prevenção da revitimização e o estímulo a práticas que contribuam para a responsabilização e reeducação de agressores, inclusive por meio de Grupos Reflexivos”.

Durante o evento, o delegado do Distrito Federal Marcelo Zago trouxe dados de pesquisa científica sobre os impactos da cobertura midiática sobre o assunto, bem como da violência de gênero e feminicídios.

Também estavam presentes o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira; os desembargadores Márcio Vidal e Jonnes Gattas; o secretário-geral do Tribunal de Justiça, juiz Agamenon Alcântara Moreno; a juíza Tatyana Lopes de Araújo Borges, que preside a Rede de Enfrentamento de Cuiabá; além dos juízes Marcos Terencio Agostinho Pires, de Cuiabá; Leonísio Salles de Abreu Júnior, de Chapada dos Guimarães; Rosângela Zacarkim, de Sinop; Suelen Barizon Hartmann, de Tangará da Serra; Djessica Giseli Kuntzer, de Pontes e Lacerda; Juliano Hermont Hermes da Silva, de Várzea Grande; Luciana Sittinieri Leon, de Rio Branco e Marcelo Sousa Melo Bento de Resende, de Barra do Garças.

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Autor: Lídice Lannes

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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