TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Ministra Rosa Weber Lança Mutirão Penal e participa de assinatura de medidas de ressocialização
Apesar de ser conhecida pelas altas temperaturas, a capital de Mato Grosso registrou, em 2023, 87 dias de temperatura acima de 40 graus. Algo inusitado, mas não surpreendente, já que com as mudanças climáticas, o calor tem aumentado consideravelmente. Várias são as razões para o calor extremo e uma delas é a ausência de árvores nas cidades e a derrubada de matas e florestas. Então, para contribuir com o meio-ambiente, com a melhora do clima e da qualidade do ar, o Poder Judiciário de Mato Grosso instituiu o Programa Verde Novo, que garante a distribuição e o plantio de mudas de árvores frutíferas e nativas do Cerrado brasileiro.
Arborização e distribuição de mudas – A Construtora Plaenge, parceira do Programa Verde Novo há alguns anos, realizou, no sábado (17 de agosto), o plantio de 50 mudas de árvores Pata de Vaca, Ipês (branco, amarelo, rosa e roxo) e Oiti. As mudas foram plantadas na Praça Pública do Jardim Leblon, que fica perto de um empreendimento da empresa. A ação contou com a mão de obra de colaboradores da construtora e dos futuros moradores dos apartamentos.
Verde Novo no Festival do Chocolate – Chocolate é produzido de sementes da fruta do cacau. Então, nada melhor do que distribuir mudas de árvores durante um festival onde a estrela principal é o chocolate. Foi o que aconteceu durante os três dias do Festival do Chocolate de Cuiabá, realizado na Arena Pantanal, entre os dias 16, 17 e 18 de agosto. Este é o terceiro ano consecutivo da parceria entre a organização do festival e o Programa Verde Novo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
Sobre o Verde Novo – é um programa de arborização urbana do Poder Judiciário de Mato Grosso, executado em Cooperação Técnica com o Instituto Ação Verde e os municípios aderentes, em parceria com a Energisa, TVCA, Fiagril e Unicred.Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos
Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.
Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.
O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.
Direitos fundamentais e cidadania
Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.
O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.
Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.
Exército e Judiciário pela pacificação social
O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.
Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.
Autor: Roberta Penha
Fotografo: Josi Dias
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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