TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Magistratura e Sociedade: entrevista com Clóvis de Barros é veiculada na TV Assembleia neste sábado

Publicados

em


Um episódio novo do programa Magistratura e Sociedade será exibido na TV Assembleia neste final de semana. Desta vez, o entrevistado é o professor Clóvis de Barros que, em um bate papo descontraído, aborda vários assuntos do nosso cotidiano, inclusive a neutralidade. Neste sentido, ele explica, “Não existe neutralidade. Nem o cadáver é neutro. A neutralidade é coisa de PH. Vai bem para shampoo.”
 
A edição vai ao ar no sábado (26 de março) com reapresentação às 17h. Já no domingo, o programa será exibido às 16h. Na quarta também haverá apresentação às 16h. Para assistir, basta sintonizar a TV no canal 30.1.
 
O programa é uma produção da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) apresentado pelo juiz Gonçalo Antunes de Barros Neto e, nesta edição, conta com a participação do desembargador Marcos Machado, diretor-geral da Escola. A série de bate-papo tem como entrevistados autoridades no ramo das ciências sociais, especialmente Filosofia, Sociologia, Política Social e Ciência Política.
 
A ideia é disseminar a compreensão da sociedade moderna e das exigências que ela impõe à Justiça dentro dos valores primários de igualdade e segurança jurídica. 
 
Clóvis de Barros Filho é Bacharel em Direito pela USP e em Jornalismo pela Casper Líbero, mestre em Science Politique pela Universite de Paris II, doutor em Direito pela Universite de Paris III (Sorbonne-Nouvelle), doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo e também possui livre-docência pela Escola de Comunicações e Artes da USP. É consultor e conferencista do Espaço Ética. Possui 30 artigos publicados, 20 livros de autoria própria e ainda 12 capítulos em livros diversos. 
 
O programa também está disponível no canal oficial do YouTube do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (@tjmtoficial). Clique neste link para conhecer a lista de entrevistados. 
 
Mário Sérgio Cortella – Na próxima quarta-feira (30 de março) o Magistratura e Sociedade traz o também professor e filósofo Mário Sérgio Cortella como entrevistado. Na ocasião, ele vai falar sobre Justiça Poder e Humanidade. A entrevista pode ser vista no YouTube do TJMT e também será apresenta pela TV Assembleia nos mesmo horários: sábado às 10h e às 17h; domingo às 16h e quarta às 16h.
 
 
 Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. 
Descrição das imagens: Fotografia quadrada e colorida em cinza e azul. Na parte superior central imagens figurativas de pessoas interligadas e à esquerda pontos interligados. No centro e abaixo o nome Magistratura e Sociedade.
 
Keila Maressa
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Leia Também:  Integrantes do TJMT participam de capacitação do CNJ sobre identificação civil de recuperandos
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Corregedoria reúne parceiros para finalizar preparativos da ação voltada para povos indígenas

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Integrantes do TJMT participam de capacitação do CNJ sobre identificação civil de recuperandos

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA