TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Lucas do Rio Verde e Nova Mutum recebem Programa Corregedoria Participativa na próxima semana

Publicados

em

Com o objetivo de dialogar com todos os segmentos que integram ou utilizam o sistema Judiciário Estadual em Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá) e Nova Mutum (264 km ao norte de Cuiabá), o corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva e equipe visitam as duas comarca na próxima semana.
 
Trata-se do Programa Corregedoria Participativa, que visa aproximar mais ainda o Poder Judiciário da sociedade, para isso uma comitiva liderada pelo desembargador Juvenal Pereira estará de 17 a 21 de abril nas unidades judiciais de Lucas e Nova Mutum.
 
O juiz auxiliar da CGJ, Emerson Luís Pereira Cajango, que tem entre suas atribuições as correições, disse que a determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) é realizar o trabalho de forma presencial em ao menos 30% das unidades do Estado. “Nós vamos às comarcas fazendo um trabalho de orientação, no intuito de prestar auxílio aos nossos colegas e servidores para o melhor atendimento do jurisdicionado e das metas do CNJ”, destacou.
 
A juíza auxiliar Christiane da Costa Marques Neves, responsável pelos assuntos relacionados à Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) e à violência doméstica e familiar também integra a comitiva da CGJ. Assim como a equipe do juiz auxiliar, Eduardo Calmon, que realiza visitas aos cartórios Extrajudiciais.
 
Prefeitos, secretários municipais, sociedade em geral, representantes do Ministério Público, Ordem dos Advogados (OAB), Defensoria Pública, magistrados, servidores e veículos de comunicação estão convidados para participar deste momento.
 
De segunda-feira (17) até a manhã de quarta-feira (19), o corregedor-geral e equipe realizam uma série de reuniões em Lucas do Rio Verde. “A ideia é visitar os representantes dos Poderes no município para que possamos trabalhar em conjunto, fazer um entrelaçamento de ideias em busca de soluções para o melhor atendimento do nosso usuário e da sociedade como um todo”, informa o corregedor.
 
A comitiva se desloca até Nova Mutum e cumprirá agenda com representantes dos Poderes nos dois dias seguintes. Esta será a quarta atividade realizada pelo Programa em 2023, que teve início em fevereiro e já passou pelas comarcas do Vale do São Lourenço (Jaciara, Juscimeira, Dom Aquino e Poxoréu), Sorriso, Vera, Sinop e Cláudia.
 
Paralelamente, são realizadas as correições nas unidades judiciais de Lucas do Rio Verde: 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Varas Cíveis, Vara Especializada dos Juizados Especiais, e 1ª e 2ª Varas Criminais. E de Nova Mutum serão correicionadas as 1ª, 2ª e 3ª Varas da Comarca.
 
A programação conta ainda com visitas às autoridades locais, às casas de apoio, batalhões e delegacias.
 
#Paratodosverem Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: primeira imagem: foto colorida. Logo do Programa Corregedoria Participativa. A imagem tem uma bússola dourada ao centro, rodeada por mãos de diversas etnias.
 
Alcione dos Anjos
Assessoria de Imprensa da CGJ-MT 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Justiça decide que cartão consignado funcionava como empréstimo e determina revisão dos juros
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Poder Judiciário realiza Seminário sobre Práticas Restaurativas nesta quinta e sexta-feira

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Conflitos fundiários: Comissão da Corregedoria analisa nove relatórios após inspeção in loco

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA