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Juvam e Batalhão Ambiental fazem soltura de pescado apreendido


A diretoria do Fórum de Cuiabá recebeu na tarde de segunda-feira (07) todos os gestores judiciais das varas que compõem o fórum, no intuito de promover alinhamentos de rotina, reciclagem, bate papo e acolhimento. O momento foi escolhido devido à retomada do trabalho presencial, no início de março.
 
O juiz-diretor do fórum, Lídio Modesto, deu as boas-vindas aos servidores e destacou a importância deles para o funcionamento do trabalho na Comarca da Capital.
 
“A porta de entrada do Poder Judiciário é o gestor judicial. O gestor é a alma da unidade judiciária. Não há como ter desenvolvimento sem a participação de vocês. Nós passamos por uma fase muito complexa, de fechamento das portas do Poder Judiciário, de forma que nós vamos reciclar nossas atividades jurisdicionais para que o atendimento seja o mais eficiente possível para o cidadão e os operadores do Direito”.
 
No encontro, a gestora de Recursos Humanos do Fórum de Cuiabá, Amanda Meira Florentino de Figueiredo, conduziu os trabalhos, explicando algumas mudanças nos fluxo e normativas da área, tirando dúvidas e esclarecendo questões técnicas.
 
“Esse tempo de pandemia que experimentamos foi muito difícil, cada um passou por suas dores, por suas experiências. Temos que ter essa empatia, nos colocar no lugar do outro e acolher todos os nossos colegas nesse momento de retorno. Um dos pontos principais é o acolhimento e a humanização”, destaca.
 
Descrição da imagem:
Primeira imagem: Foto do plenário do Fórum de Cuiabá ocupado por servidores sentados em cadeiras azuis em fileira. O juiz Lidio Modesto fala ao centro com um microfone e à direita do palco está projetada a frase “gestão em recursos humanos”
Segunda imagem: Foto do juiz Lidio Modesto. Ele usa máscara preta, com microfone abaixo do rosto, veste terno azul e gravata estampada nas cores azul e rosa. Ao fundo, vemos um quadro na parede, a porta de entrada do auditório e um vaso branco com folhagem verde.
Terceira imagem: Foto da gestora Amanda com máscara rosa, segurando um microfone. Ela usa óculos preto, tem cabelos castanhos e veste uma blusa preta com bolinhas brancas. Ao fundo há uma tela pintada com tons de verde e azul.
#ParaTodosVerem #PraCegoVer
 
 
Mylena Petrucelli/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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