TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Inscreva-se para seminário internacional Independencia judicial y separación de poderes

A Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) promoverá, nos dias 27 e 28 de agosto, o Seminário Internacional Independencia Judicial y Separación de Poderes: Estudio de Diversos Casos del Panorama Europeo y Latino-Americano. O evento, voltado a magistrados(as), servidores(as) e jurisdicionados(as) convidados(as), será realizado presencialmente na sala Pequizeiro, na sede da Escola, das 14h às 19h (dia 27) e das 8h às 13h (dia 28), com carga horária de 10 horas/aula.

Um dos destaques do evento será a palestra da Professora Doutora María Ruiz Dorado, professora de Direito Constitucional e coordenadora de Relações Internacionais na Faculdade de Direito e Ciências Sociais da Universidad de Castilla – La Mancha. Ela tem doutorado em Direito, com menção internacional pela Universidad de Castilla e doutorado em Ciências Jurídicas, Justiça Constitucional e Direitos Fundamentais sob supervisão conjunta da Universidade de Pisa (Prêmio Extraordinário para o melhor doutorado da Universidade de Castilla).

O seminário prevê a utilização de metodologias ativas de ensino, incluindo sala de aula invertida, estudo de casos concretos, aula expositiva e dialogada, assim como a análise de casos práticos, conhecimento jurídico e técnico, análise e resolução de problemas, e aprendizagem prática.

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Segundo o juiz e Prof. Dr. Eduardo Calmon de Almeida Cézar, um dos responsáveis pelo evento, o seminário tem por objetivo geral apresentar as noções sobre temas relevantes de direito comparado, além de “preparar os cursistas para que possam atuar nas áreas trabalhadas, para tanto, transcendendo apenas conhecimentos jurídicos, apresentando conhecimentos práticos sobre os temas a serem desenvolvidos.”

Também são coordenadores do seminário internacional o Prof. Dr. Thiago Matsushita, diretor da Escola de Direito da Alfa Educação – UNIALFA/FADISP, e o Prof. Dr. Lauro Ishikawa, coordenador-geral dos cursos da Escola de Direito da Alfa Educação – UNIALFA/FADISP.

O evento é organizado pela Esmagis-MT e pela Escola de Direito da Alfa Educação (UNIALFA/FADISP).

Clique neste link para se inscrever.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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