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Governador Mauro Mendes recebe kit especial e confirma presença na 7ª Corrida do Judiciário

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A comissão organizadora da 7ª Corrida do Judiciário, composta pelo desembargador Rodrigo Curvo e pela presidente da Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM), juíza Jaqueline Cherulli, convidaram o governador Mauro Mendes a participar do evento esportivo, que ocorrerá no dia 9 de novembro, e entregaram a ele uma caixa com o kit atleta. O encontro ocorreu na manhã desta segunda-feira (3), no Palácio Paiaguás.

“Com muita alegria, recebi o convite para participar desta 7ª Corrida do Judiciário. Parabenizo o Poder Judiciário, a AMAM e todos os parceiros. Com certeza, estaremos lá para participar dessa grande confraternização, uma atitude belíssima que confraterniza, pratica esporte e valoriza a atuação do nosso Judiciário, se inserindo numa ação tão relevante como essa dentro do contexto da nossa capital’, disse o governador.

Durante a visita, o coordenador do evento, desembargador Rodrigo Curvo explicou ao chefe do Executivo estadual a proposta, o percurso e as categorias da corrida. “A largada será às 6 horas porque geralmente, na corrida de rua, os atletas prezam muito por correr bem cedo por conta do sol e também para evitar as dificuldades para o trânsito. Então, teremos caminhada de 2km e corrida de 5km e 10km. Vamos sair do Fórum da Capital. Quem for fazer a caminhada, dá a volta na 13ª Brigada. Quem corre sai em direção à 13ª Brigada, desce a Avenida do CPA, em frente à Praça das Bandeiras sobe, passa em frente ao Tribunal. Quem vai fazer os 5 km já retorna para o Fórum e completa a prova. Quem vai fazer os 10km, vira à esquerda, segue até as proximidades do TRT23, retornar, entra no Parque das Águas, passa pelo Detran, volta em direção ao Fórum de Cuiabá e termina os 10km”, detalhou.

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Rodrigo Curvo e Jaqueline Cherulli também aproveitaram a oportunidade para agradecer ao governador por todo apoio logístico recebido de órgãos do Executivo, como a Secretaria Adjunta de Esporte e Lazer, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros.

A juíza Jaqueline Cherulli ressaltou a importância de fazer o convite pessoalmente às autoridades para a 7ª Corrida do Judiciário. Na sexta-feira (31 de outubro), o presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira, foi o primeiro a receber a caixa com o kit da corrida, das mãos da comissão organizadora. Na manhã desta segunda-feira (3), também foram visitados o corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote, e o desembargador Hélio Nishiyama.

“A nossa corrida também busca esse momento de reencontro, de descontração, de congraçamento com os chefes dos outros poderes. E hoje a gente tirou a agenda para fazer a entrega da caixa com o kit para essas autoridades. O governador confirmou que estará conosco no dia 9 de novembro, na nossa 7ª Corrida do Poder Judiciário”, disse a presidente da AMAM.

O kit atleta é composto por camiseta com tecido tecnológico e biodegradável, mochila, sacola sustentável, garrafa reutilizável (squeeze), número de peito e chip eletrônico. Além disso, todos os participantes que concluírem a prova receberão medalha.

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A corrida – A 7ª Corrida do Judiciário tem o objetivo de promover integração social, saúde e cidadania. A prova terá modalidades de 2 km (caminhada), 5 km e 10 km (corrida), com as seguintes categorias: público geral, magistrados (as) / servidores (as) e pessoas com deficiência (PCD), todas divididas em masculino e feminino.

A largada e a chegada serão em Frente ao Fórum de Cuiabá, às 6h do dia 9 de novembro.

O evento é promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) em parceria com a Associação Mato-grossense de Magistrados (AMAM).

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Autor: Celly Silva

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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