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Fórum de Mirassol D’Oeste suspende expediente presencial por falta de internet

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O expediente presencial no Fórum da Comarca de Mirassol D’Oeste foi suspenso a partir das 12h desta quarta-feira (3 de dezembro), em razão da interrupção do serviço de internet registrada desde as 10h15. A medida consta na Portaria n.º 66/2025, assinada pelo juiz diretor do Foro, Fernando Kendi Ishikawa.

Segundo o documento, a falha na conectividade impossibilita a continuidade dos trabalhos presenciais. Um chamado já foi aberto pelo Departamento de Conectividade do Tribunal de Justiça de Mato Grosso junto à operadora responsável, que informou previsão de reparo para 1h50 da madrugada do dia 4.

Durante a suspensão, os casos urgentes serão atendidos pelos servidores dos setores competentes em regime de teletrabalho, enquanto os estagiários estão dispensados das atividades.

O atendimento ao público permanece disponível por meios de contato remoto, como e-mails institucionais e telefones da Diretoria do Foro, varas e Cejusc (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania).

A portaria também determina que situações omissas decorrentes da suspensão sejam resolvidas pela Diretoria do Foro e que a decisão seja comunicada a órgãos parceiros, servidores e magistrados da comarca. A medida tem efeito imediato, com publicação no Diário da Justiça Eletrônico.

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Autor: Flávia Borges

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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