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Fórum de Cuiabá realiza 1ª Feira gastronômica ‘Empodera Mulher’ nesta terça-feira (03 de novembro)

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O Centro Especializado de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais de Cuiabá (Ceav) realiza, nesta terça-feira (03 de dezembro), a 1ª Feira Gastronômica ‘Empodera Mulher’, das 09h às 17h, no hall do Fórum de Cuiabá. A ação visa dar autonomia financeira às mulheres vítimas de violência domésticas, assistidas pelo programa, além de oportunizar renda extra neste fim de ano.
 
A feira será composta por dez expositoras que venderão produtos como tortas doces e salgadas, sobremesas, salgados. “Este evento é destinado às assistidas do Ceav mulheres que utilizam suas habilidades na culinária e vendas para sustentar suas famílias, que foram afetadas pela violência doméstica e familiar”, explica a psicóloga do Centro, Luizângela Ramos.
 
O evento surgiu a partir da dificuldade de acesso à renda da maioria das vítimas de violência. Algumas situações que atrapalham a independência financeira dessas mulheres são a baixa escolaridade, não terem com quem deixar os filhos e problemas com saúde.
 
“Assim, a equipe convidou várias assistidas, que possuem as habilidades natas, como cozinhar, vender, fazer artesanatos, para participarem da ação. A feira também é uma forma delas terem uma renda para as festividades do Natal”.
 
CEAV – O Ceav Cuiabá oferece atendimento multidisciplinar que inclui psicólogos, assistentes sociais, para dar suporte integral à vítima. As assistidas recebem orientações relacionadas ao trâmite processual e atendimento e acolhimento de familiares.
 
Priscilla Silva
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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