TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Fórum de Cuiabá realiza 1ª Feira gastronômica ‘Empodera Mulher’ nesta terça-feira (03 de novembro)

O Centro Especializado de Atendimento às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais de Cuiabá (Ceav) realiza, nesta terça-feira (03 de dezembro), a 1ª Feira Gastronômica ‘Empodera Mulher’, das 09h às 17h, no hall do Fórum de Cuiabá. A ação visa dar autonomia financeira às mulheres vítimas de violência domésticas, assistidas pelo programa, além de oportunizar renda extra neste fim de ano.
 
A feira será composta por dez expositoras que venderão produtos como tortas doces e salgadas, sobremesas, salgados. “Este evento é destinado às assistidas do Ceav mulheres que utilizam suas habilidades na culinária e vendas para sustentar suas famílias, que foram afetadas pela violência doméstica e familiar”, explica a psicóloga do Centro, Luizângela Ramos.
 
O evento surgiu a partir da dificuldade de acesso à renda da maioria das vítimas de violência. Algumas situações que atrapalham a independência financeira dessas mulheres são a baixa escolaridade, não terem com quem deixar os filhos e problemas com saúde.
 
“Assim, a equipe convidou várias assistidas, que possuem as habilidades natas, como cozinhar, vender, fazer artesanatos, para participarem da ação. A feira também é uma forma delas terem uma renda para as festividades do Natal”.
 
CEAV – O Ceav Cuiabá oferece atendimento multidisciplinar que inclui psicólogos, assistentes sociais, para dar suporte integral à vítima. As assistidas recebem orientações relacionadas ao trâmite processual e atendimento e acolhimento de familiares.
 
Priscilla Silva
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Kits da 7ª Corrida do Judiciário serão entregues nesta sexta-feira e sábado (07 e 08)
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

Leia Também:  Sapezal abre inscrições para credenciamento na área de Psicologia

“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

Leia Também:  Cemulher alerta que campanha "Não é não" é permanente e deve ser reforçada no Carnaval

Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA