TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Escola Nova Esperança em Cuiabá recebe projeto Itinerante do Poder Judiciário de MT

“Estimular jovens e adolescentes a permanecerem no ambiente escolar, com espaços voltados ao fomento do conhecimento, do despertar de habilidades e da criatividade intelectual.”
 
Esse é o objetivo da Comissão Especial sobre Drogas Ilícitas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (CSDI/TJMT), que realizou no último sábado (07) o primeiro evento para o desenvolvimento de ações na Escola Municipal de Educação Básica Rural Nova Esperança , localizada na Rodovia Palmiro Paes de Barros, em Cuiabá.
 
O projeto realizado na instituição de ensino pelo Grupo de Trabalho de Prevenção e Tratamento da Dependência Química, em parceira com o Juizado Especial e do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania Itinerantes (JEI/Cejusc Itinerante) e Núcleo Permanente dos Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC), deve atender 580 alunos, da Educação Infantil 1 até o 9º ano do Ensino Fundamental.
 
A unidade escolar oferece ainda Educação de Jovens e Adultos (EJA) para a comunidade do Bairro Nova Esperança, ao lado do “Pequizeiro”, sentido do município Santo Antônio de Leverger, onde moram cerca de mil famílias na Capital.
Durante o evento, os moradores da região receberam conjuntamente atendimentos pelo JEI/Cejusc Itinerante, com o objetivo de aproximar o Poder Judiciário da população, facilitando o acesso às pessoas e levando Justiça às comunidades mais afastadas do centro da cidade.
 
Segundo o diretor da escola, Flávio Miranda, o projeto é transformador na vida da comunidade e dos estudantes. “A população aqui é de baixa renda, 82% recebem o Auxílio Brasil, então é muito carente e muitas vezes não tem condições financeiras de ir até a Justiça resolver um problema. Com o ônibus do Poder Judiciário, foi possível realizar divórcios, pensões, entre outros atendimentos. E isso afeta diretamente na vida dos alunos, pois sem essa ajuda alguns vivem em um ambiente conturbado, apresentam comportamentos violentos, que atrapalham o processo de aprendizado. Então, a gente agradece e espera poder continuar a parceria com o Judiciário para novos eventos.”
 
Essa matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência.
 
Imagem 1: fotografia de ônibus do Juizado Especial Itinerante do Poder Judiciário de Mato Grosso em frente à Escola Municipal Nova Esperança. O ônibus está estacionado em meio às árvores.
Imagem 2: fotografia da equipe do Poder Judiciário de Mato Grosso, juntamente com o desembargador Mario Kono, dentro do ônibus do Juizado Especial Itinerante prestando atendimento à população e posando para foto.
 
Marco Cappelletti
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 
 

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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