TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Desembargador Marcos Machado toma posse como presidente do Conselho de Supervisão dos Juizados

 O desembargador Marcos Machado foi empossado, nesta sexta-feira (6 de dezembro), como presidente do Conselho de Supervisão dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais do Poder Judiciário de Mato Grosso.
 
A solenidade foi realizada na Sala de Reuniões da Presidência e contou com a presença dos atuais dirigentes do Tribunal de Justiça – a desembargadora Clarice Claudino da Silva, presidente, desembargadora Maria Erotides Kneip, vice-presidente, e o desembargador Juvenal Pereira da Silva, corregedor-geral da Justiça – além de diversos magistrados e magistradas e autoridades do Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Seccional de Mato Grosso e Polícia Militar.
 
A presidente Clarice Claudino destacou as qualidades do desembargador Marcos como um profissional de grande inquietação, sempre aberto a novos desafios, grande estudioso e pesquisador, comprometido com a evolução do sistema de justiça em diversas áreas em que atua.
 
“Tenho certeza que neste biênio nós teremos uma releitura do que é o Conselho, do que vai se transformar, vamos poder dar maior publicidade ao trabalho que é entregue à sociedade. Quando o desembargador se voluntariou para essa missão, estava com esse intuito de trabalhar o sistema dos juizados especiais, melhorar a estrutura organizacional, trazer fortalecimento e transformação. Nós, da diretoria, estamos afinados com esse intuito”, declarou.
 
A presidente da seccional de Mato Grosso da OAB, Gisela Cardoso, enfatizou a disposição da advocacia para contribuir na busca pela entrega jurisdicional cada vez mais célere, adequada e de excelência para a população.
 
“Vejo com grande alegria a nomeação do desembargador Marcos Machado para assumir a presidência desse Conselho. O perfil do desembargador é de aceitar os desafios e temos a certeza de que chegará ao final com muito sucesso. Parabenizo Vossa Excelência desejando muito êxito e colocando a advocacia mato-grossense à disposição para contribuir no que for preciso e no que for possível”, destacou a presidente da Ordem.
 
O procurador-geral de Justiça nomeado, Deosdete Cruz, foi aluno do desembargador Marcos Machado e disse que se espelha no magistrado em sua forma de atuar. “Onde passa, se propõe a fazer diferente. Fez diferente no Ministério Público, fez diferente no Poder Executivo, nas secretarias de Estado em que passou, e continuará fazendo diferente aqui no Tribunal de Justiça porque é uma pessoa inquieta, que tem uma energia viva, que destaca sua capacidade intelectual para isso e que tem uma habilidade nata de conversar com as pessoas e com as instituições”, frisou.
 
A desembargadora Serly Marcondes Alves foi a antecessora do desembargador Marcos Machado no comando do Conselho de Supervisão dos Juizados. “O Conselho é um lugar de mudança. Todo o tempo a jurisdição é desafiada, precisa ouvir a OAB, o Ministério Público, a Defensoria Pública, a imprensa, precisa incluir e ser transversal. Nosso sistema de Juizados Especiais é muito avançado, é um prazer imenso trabalhar em um lugar como esse. Desejo ricas bênçãos e sei que você vai ajudar muito”, expressou a magistrada.
 
Frentes de trabalho
 
Ao agradecer pela calorosa recepção, o desembargador apresentou algumas frentes de trabalho que pretende desenvolver durante os dois anos que estará à frente do Conselho.
 
Trabalhar diante do problema social da dependência química; desenvolver projetos em parceria com a Polícia Militar, como o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd); unir o sistema dos juizados ao Núcleo Gestor da Justiça Restaurativa (Nugjur) a exemplo de outros Estados, como Minas Gerais, Sergipe e Distrito Federal; repensar a estrutura das Turmas Recursais Temporárias; investir em capacitação permanente, organicidade funcional e cumprimento de metas.
 
“Minha intenção é buscar parceiros e colaboradores e fazer uma gestão de excelência. Meu compromisso, visando eficiência, resolutividade, é não reinventar a roda, mas me alinhar com lealdade para trazer ideias atualizadas e propositivas que vão fortalecer os juizados”, afirmou.
 
Também participaram da solenidade os desembargadores Mário Kono e Serly Marcondes Alves, os juízes auxiliares da Presidência, Viviane Brito Rebello, Agamenon Alcântara Moreno Júnior e Túlio Duailibi, os juízes auxiliares da Corregedoria-Geral de Justiça, Christiane da Costa Marques Neves, Lídio Modesto e Emerson Cajango, além dos juízes Valmir Alaércio, Marcelo Sebastião Prado de Moraes, Jorge Alexandre Martins Ferreira, Cristiane Padim, Aristeu Dias Batista Vilella, Henriqueta Ferreira Lima, Edson Dias Reis, Edna Ederli Coutinho, Renata do Carmo Evaristo Parreira, Walter Pereira de Souza, João Filho de Almeida Portela e Anna Paula Gomes de Freitas.
 
A deputada federal Coronel Fernanda, que já trabalhou com o desembargador Marcos Machado, também esteve presente, juntamente com o coronel Januário Batista, que representou o comandante-geral da PM, coronel Alexandre Mendes.
 
 
 
 
#Paratodosverem
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Primeira imagem: foto horizontal colorida da mesa de reuniões da Presidência com todas as autoridades sentadas e algumas pessoas em pé ao redor.
Segunda imagem: foto horizontal colorida dos desembargadores Clarice Claudino e Marcos Machado. Eles estão em pé, sorriem para a câmera e exibem o papel com o Termo de Posse.
Terceira imagem: foto horizontal colorida da presidente Gisela Cardoso. Ela está diante de um púlpito e fala ao microfone. Veste camisa azul claro, usa brincos azuis e cabelo preso.
Quarta imagem: foto horizontal colorida do procurador-geral Deosdete e do desembargador Marcos. Eles se cumprimentam com um aperto de mão, estão em pé, e há pessoas ao redor sentadas aplaudindo
Quinta imagem: foto horizontal colorida da desembargadora Serly. Ela está sentada, fala em um microfone, possui cabelos curtos e loiros e usa óculos.
 
 
Mylena Petrucelli/Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Palestra destaca papel dos grupos reflexivos no enfrentamento à violência contra a mulher

Ações capazes de prevenir a violência doméstica estiveram em debate na Capacitação de Facilitadores do Programa de Reflexão e Sensibilização para Autores de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. O encontro foi promovido pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT).

A atividade reuniu magistrados, servidores, psicólogos, assistentes sociais e representantes de instituições parceiras na Escola dos Servidores do Poder Judiciário. O objetivo foi apresentar ferramentas e conhecimentos que auxiliem na criação e fortalecimento de grupos reflexivos voltados a homens envolvidos em episódios de violência doméstica e familiar.

Um dos destaques da programação foi a palestra “Formação em Masculinidades e Metodologias de Grupos Reflexivos de Gênero para Homens Autores de Violência contra a Mulher”, ministrada por Yan Ribeiro Ballesteros. Segundo ele, a palestra teve como objetivo compartilhar metodologias modernas utilizadas no trabalho de escuta e responsabilização dos autores de violência.

Grande grupo de pessoas reunido em um saguão moderno com mezanino e teto arqueado. Muitos vestem camisetas brancas de campanha. Um homem de camisa clara e tênis branco agacha-se à frente de todos.“Fui convidado pelo Cemulher para trazer um pouco da nossa expertise e experiência nesse processo de criação, de facilitação e supervisão de grupos. Fico muito feliz e honrado com essa oportunidade, já esperando ver os frutos que vão surgir a partir desse evento organizado pelo Judiciário de Mato Grosso”, afirmou o palestrante e diretor-geral do Instituto Casa da Palavra.

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Ainda de acordo com Yan, a violência doméstica deve ser compreendida como uma grave violação dos direitos humanos. Nesse contexto, os grupos reflexivos surgem como uma estratégia que evita a culpabilização da mulher, ao mesmo tempo em que estimula os autores de violência a reconhecer os próprios atos e construir novas formas de relacionamento, sem minimizar a responsabilidade.

“O trabalho dos grupos reflexivos serve justamente para possibilitar que esses homens saibam ouvir o não de uma mulher sem usar a violência. Então, falamos sobre o uso da masculinidade associada à violência e a oportunidade de construção de outros caminhos, inserindo esses homens no laço social sem que a violência seja utilizada como resposta”, pontuou.

Canais de denúncia:

180 – Todo território nacional

181 – Estado de Mato Grosso

197 – Polícia Civil

190 – Polícia Militar

Delegacia Especializada de Defesa da Mulher:

(65) 3901-4277

WhatsApp para denúncias- 8408-7983

Plantão 24h de Violência Doméstica e Sexual: (65) 3901-4254

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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