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Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso divulga Plano de Gestão 2023/2024

A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso torna público o Plano de Gestão do biênio 2023/2024. O documento traz os seis eixos estratégicos que serão trabalhados pela nova direção do órgão: Gestão da Performance de 1º Grau, Gestão de dados, Gestão do Foro Extrajudicial, Justiça 4.0, Justiça e Cidadania e Conselho Nacional de Justiça. 
 
Sob a liderança do corregedor-geral, desembargador Juvenal Pereira da Silva, a meta é alcançar a excelência nos atendimentos e serviços prestados aos jurisdicionados, bem como aprimorar as ações para o cumprimento das metas nacionais e diretrizes do CNJ.
 
“Não é minha intenção simplesmente o liderar, mas contribuir para a criação de líderes capazes de projetar o Poder Judiciário mato-grossense no cenário nacional”, disse o corregedor-geral.
 
Segundo ele, toda a diretoria do Judiciário de Mato Grosso, Presidência, Vice-presidência, e Corregedoria seguirão trabalhando de forma uníssona rumo ao Poder Judiciário primaz. “Somos um único corpo, uma única mente, trabalhando com a somatória das inteligências individuais no atingimento da tão sonhada excelência de serviços. Este é o nosso objetivo e é por este motivo que a nossa luta continuará.”, pontuou.
 
Além dos eixos estratégicos, o documento traz ainda a identidade organizacional e, em cada item, as ações e projetos para o atingimento dos objetivos propostos como, por exemplo, o gabinete itinerante que visa aproximar a Corregedoria dos polos judiciais do estado, e a expansão da unificação das secretarias dos juizados especiais.
 
Ainda de acordo com o corregedor-geral, as boas ideias serão continuadas, assim como projetos e programas que levaram o Tribunal de Justiça do Estado a conquistar dois ouros seguidos no CNJ, a baixar a taxa de congestionamento processual e ter uma comunicação mais direta e compreensível. “Quanto mais o jurisdicionado entende o que falamos, mais demonstramos que nossa preocupação é a entrega do serviço judicial, extrajudicial e administrativo mais célere e confiável”, finalizou.
 
Também compõem a Corregedoria, como juízes auxiliares, os magistrados; Eduardo Calmon de Almeida Cezar, Lídio Modesto da Silva Filho, Emerson Luis Pereira Cajango e Christiane da Costa Marques Neves. E à frente do Tribunal de Justiça, na Presidência, a desembargadora Clarice Claudino da Silva e na Vice-Presidência, a desembargadora Maria Erotides Kneip.
 
Gabriele Schimanoski
Assessoria de Imprensa CGJ-MT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

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Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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