TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Comissão de Adoção do Judiciáio lança novo website para facilitar acesso à informação

A Comissão Estadual de Adoção (CEJA-MT) lança quinta-feira (9) o novo webtsite de comunicação https://ceja.tjmt.jus.br/ que reunirá todas as informações pertinentes à adoção de crianças e adolescentes no estado de Mato Grosso. A data escolhida marca o Dia Mundial da Adoção e tem como objetivo celebrar a família e promover a conscientização para o ato.
 
O lançamento do novo canal de comunicação tem o apoio da Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ-TJMT), órgão em que a Comissão é vinculada e onde está localizada sua sede. Para o corregedor-geral da Justiça de Mato Grosso, desembargador Juvenal Pereira da Silva, a Ceja-MT tem um espírito jovem e está sempre a frente buscando alternativas inovadoras para levar o tema para os quatro cantos do país.
 
“Muito recentemente a Ceja-MT colocou no ar uma página no Instagram, @cejatjmt visando o programa Busca Ativa, o que trouxe visibilidade às crianças e à causa, inspirada pelos colegas de Pernambuco. Agora, o novo site é mais um passo para fomentarmos o tema e atendermos a população interessada da melhor maneira possível”, avaliou.
 
O corregedor destacou ainda os esforços concentrados de todos que fazem da parte da Comissão. “É uma equipe muito unida e responsável, sabe dos desafios do tema e tem a sensibilidade necessária que a causa exige. Em nossas andanças pelo Estado tratamos sobre adoção e outros programas da Comissão durante visita a líderes de outros poderes e toda sociedade”, completou.
 
A página eletrônica da Ceja-MT foi totalmente elaborada pela equipe da Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, cujo layout seguirá o padrão de identidade visual do judiciário mato-grossense.
 
O coordenador da TI, Danilo Pereira da Silva, destacou que o hotsite será de fácil navegabilidade e trará informações relevantes sobre o tema. “Nós identificamos que a página antiga não estava completa e precisava de informações adicionais, mais transparentes e claras. Esse é só o primeiro passo. Estamos desenvolvendo novas ferramentas que futuramente contribuirão para divulgar a adoção ou apadrinhamento das crianças e adolescentes que hoje vivem acolhidas, transformando o hotsite em um verdadeiro canal entre a Comissão e os interessados em adotar”, explicou.
 
Segundo dados do Sistema Nacional de Adoção e Acolhimento (SNA/CNJ), Mato Grosso possui 492 crianças e adolescentes acolhidos, sendo 40 disponíveis para adoção, 743 pretendentes habilitados à adoção e 89 serviços de acolhimento. “Todo esse trabalho é de extrema relevância para nos aproximarmos das famílias que estão em busca dos seus filhos. Esse é mais um canal que a Ceja disponibiliza para toda a sociedade”, lembrou a secretária-geral da Ceja-MT, Elaine Zorgetti.
 
A juíza auxiliar da CGJ-MT, Christiane da Costa Marques Neves, que tem entre suas atribuições assuntos relacionados à adoção, lembrou que o novo canal é um projeto que estava sendo “gestado” com muito carinho e seriedade. “Com as informações mais claras e reunidas em único local vamos facilitar os encontros felizes entre aqueles que têm o desejo de adotar e os nossos menores que aguardam tanto uma família. É imprescindível que falemos sobre a adoção, não só nesta data, mas por todos os meses do ano. E o nosso website vem com esse propósito, ser mais um canal, um meio, para atendermos e tirarmos dúvidas sobre tudo que está relacionado à Comissão”, destacou.
 
Além das notícias do dia a dia da Ceja-MT, a página também divulgará ações da Comissão como a Entrega Voluntária, o Família Acolhedora, e o Programa Padrinhos. Lá também é possível acessar o formulário para o cadastro de famílias interessadas em adotar e outros meios de contato.
 
O novo espaço online pode ser acessado pelo endereço eletrônico: https://ceja.tjmt.jus.br/
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual. Imagem: Juíza auxiliar da CGJ-TJMT, Christiane da Costa Marques, fala durante lançamento do Instagram da Ceja-MT. Ela veste uma camiseta azul clara com a logo da campanha Adotar é um ato de amor.  
 
 
Gabriele Schimanoski  
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garantem sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento da sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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