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Comarca de Nova Canaã do Norte divulga resulta definitivo de credenciamento

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A Comarca de Nova Canaã do Norte publicou o resultado definitivo do processo seletivo para credenciamento de profissionais das áreas de Psicologia e Serviço Social, garantindo apoio técnico especializado às atividades judiciais e ao atendimento da população.

O Edital nº 03/2026 apresenta o resultado final da seleção destinada ao credenciamento de pessoas físicas para atuação junto à comarca. Esses profissionais auxiliam o Judiciário em processos que envolvem questões familiares, sociais e emocionais, contribuindo para análises mais completas e decisões mais sensíveis à realidade das partes envolvidas.

Na área de Psicologia, a candidata Lucimara Fidelis foi classificada e está apta ao credenciamento. As demais participantes inscritas nessa área foram desclassificadas por não cumprirem integralmente as exigências previstas no edital, como a apresentação completa da documentação obrigatória ou o envio correto dos arquivos com assinatura.

Já na área de Serviço Social, nenhuma candidata foi selecionada. Embora o edital previsse o credenciamento para essa função, as inscrições não atenderam aos critérios estabelecidos, o que impossibilitou a classificação final de profissionais para essa área.

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O resultado definitivo foi assinado pela juíza substituta e diretora do foro, Nathália de Assis Camargo Franco, e está disponível para consulta no Diário da Justiça Eletrônico e no átrio do Fórum da Comarca de Nova Canaã do Norte.

Confira a publicação no Diário da Justiça Eletrônico (DJe) de 29 de janeiro (página 20).

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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