TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Capacitação sobre Prevenção e Enfrentamento ao Assédio segue disponível na Escola dos Servidores até

Publicados

em

Ainda estão abertas as inscrições para o curso EAD “Políticas de Prevenção e de Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação – Turma 1/2026”, oferecido pela Escola dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (PJMT).

Com carga horária de 40 horas, a formação ocorre na modalidade autoinstrucional, permitindo acesso contínuo ao conteúdo pela plataforma Moodle. O curso pode ser realizado de forma flexível, respeitando a agenda do participante.

A capacitação aborda conceitos, diretrizes normativas e mecanismos institucionais relacionados à prevenção do assédio e da discriminação, em conformidade com a Resolução nº 351 de 2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O público-alvo inclui servidores, estagiários, terceirizados, credenciados e contratados do Poder Judiciário de Mato Grosso.

As inscrições podem ser feitas até o encerramento do período letivo, em 23 de março, pelo link:

https://escolavirtual.tjmt.jus.br/course/view.php?id=1064

Autor: Talita Ormond

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Rosário Oeste suspende expediente presencial no Fórum nesta segunda-feira (25)
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Rosário Oeste suspende expediente presencial no Fórum nesta segunda-feira (25)

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Golpe do falso advogado leva à anulação de empréstimo e indenização a aposentada

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA