TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Advogados podem responder pesquisa nacional sobre a percepção do Poder Judiciário

Advogar é estar em contato direto com o funcionamento do Judiciário, conhecer seus fluxos, seus avanços e também os desafios que impactam o dia a dia da profissão. Por isso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também está ouvindo quem atua com a prática forense: as advogadas e os advogados de todo o país.

Aberta até 14 de novembro, a 2ª edição da Pesquisa sobre Percepção e Avaliação do Poder Judiciário Brasileiro busca reunir opiniões sobre a qualidade dos serviços prestados pela Justiça e a efetividade dos seus sistemas. O questionário leva poucos minutos para ser respondido e é totalmente anônimo e confidencial.

Na primeira edição, mais de 11 mil pessoas participaram e contribuíram para melhorias concretas, como o aprimoramento de plataformas eletrônicas e da comunicação entre os tribunais e seus públicos.

Nesta nova pesquisa, foram incluídas perguntas inéditas sobre ferramentas recentes, como a consulta unificada de processos via Jus.Br, além de espaços para comentários livres, oportunidade para compartilhar ideias e percepções sobre o que pode ser aperfeiçoado.

Leia Também:  Estágio no Poder Judiciário: inscrições terminam na segunda-feira (dia 28)

Participe e faça parte das transformações da Justiça brasileira. Sua experiência profissional é essencial para o fortalecimento do sistema.

A pesquisa está disponível até 14 de novembro. Clique neste link e participe.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Dislexia e TDAH: leitura pode se tornar um desafio e exige olhar inclusivo do poder público

A dificuldade para ler e compreender textos, que para muitos passa despercebida, pode ser um obstáculo significativo para pessoas com dislexia e TDAH. O tema foi abordado no podcast Prosa Legal, da Rádio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), em entrevista com a psicóloga do Departamento de Saúde, Gisele Ramos de Castilho Teixeira. Durante a conversa, ela destacou os desafios enfrentados por esse público e reforçou o papel do setor público na construção de uma comunicação mais inclusiva.

Logo no início da entrevista, a psicóloga explicou que a leitura pode gerar cansaço e dificultar a compreensão. “A principal dificuldade é a fadiga e a impulsividade. Quando a pessoa com dislexia lê, muitas vezes ela tenta adivinhar o que está lendo. Ela tem dificuldade de decodificar a letra, troca ‘p’ por ‘b’, por exemplo. Isso traz muitas consequências cognitivas, tanto para a criança quanto para o adulto”, afirmou.

Papel do setor público

Ao falar sobre inclusão, Gisele Teixeira foi direta em destacar a responsabilidade das instituições públicas. Para ela, é o setor público quem deve criar políticas que garantam o acesso e o pertencimento dessas pessoas na sociedade.

Leia Também:  Chacina de Sorriso: Acompanhe as atualizações do Tribunal do Júri

“Quem faz as políticas é o setor público. Então, é preciso ter esse olhar afetivo, esse olhar diferenciado. É isso que vai fazer com que a pessoa com alguma deficiência consiga se incluir, consiga, por exemplo, pesquisar um processo no site do Tribunal de Justiça”, disse.

A psicóloga ressaltou que essas ações são fundamentais para que essas pessoas se sintam parte da sociedade e tenham seus direitos garantidos, especialmente no acesso à informação.

Acesso e ferramentas

Durante a entrevista na Rádio TJMT, também foi destacada a importância de pensar em formas de facilitar o acesso à leitura e à informação. Segundo ela, pessoas com dislexia e TDAH podem perder o foco com textos longos e ter dificuldade de manter a atenção.

“O TDAH é a questão da atenção. Muitas vezes, a pessoa começa a ler um texto grande e perde o foco. Já na dislexia, ela não consegue ver a palavra como quem não tem essa dificuldade vê. Ela começa a trocar letras, a adivinhar”, explicou.

Leia Também:  Caso encerrado: audiência híbrida reúne 27 herdeiros e põe fim a processo que tramitava há 13 anos

Orientação e busca por ajuda

Ao final da conversa, Gisele orientou que o primeiro passo é se conhecer e buscar ajuda especializada. Ela destacou a importância de dividir a leitura em partes menores e respeitar os próprios limites.

“Se a pessoa pega um texto muito grande, muitas vezes ela não tem foco. Então, é importante trabalhar por partes e se conhecer no dia a dia. E, principalmente, aceitar essa condição para buscar ajuda”, orientou.

A psicóloga também lembrou que esse apoio pode envolver diferentes profissionais. “É uma busca com fonoaudiólogo, com psicopedagogo, com terapia. Muitas vezes até com medicamentos. Essa rede de apoio é importante para cada um desses casos”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA