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Advogados podem responder pesquisa nacional sobre a percepção do Poder Judiciário

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Advogar é estar em contato direto com o funcionamento do Judiciário, conhecer seus fluxos, seus avanços e também os desafios que impactam o dia a dia da profissão. Por isso, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também está ouvindo quem atua com a prática forense: as advogadas e os advogados de todo o país.

Aberta até 14 de novembro, a 2ª edição da Pesquisa sobre Percepção e Avaliação do Poder Judiciário Brasileiro busca reunir opiniões sobre a qualidade dos serviços prestados pela Justiça e a efetividade dos seus sistemas. O questionário leva poucos minutos para ser respondido e é totalmente anônimo e confidencial.

Na primeira edição, mais de 11 mil pessoas participaram e contribuíram para melhorias concretas, como o aprimoramento de plataformas eletrônicas e da comunicação entre os tribunais e seus públicos.

Nesta nova pesquisa, foram incluídas perguntas inéditas sobre ferramentas recentes, como a consulta unificada de processos via Jus.Br, além de espaços para comentários livres, oportunidade para compartilhar ideias e percepções sobre o que pode ser aperfeiçoado.

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Participe e faça parte das transformações da Justiça brasileira. Sua experiência profissional é essencial para o fortalecimento do sistema.

A pesquisa está disponível até 14 de novembro. Clique neste link e participe.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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