TECNOLOGIA
MCTI e FINEP celebram aprovação de projeto que libera R$ 22 bilhões do FNDCT e fortalece a ciência nacional
O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) celebram a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei 847/2025, que consolida uma das maiores conquistas recentes para o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI). Conquista que só foi possível graças à visão que o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem sobre a ciência, tecnologia e inovação, como pilares estratégicos para o futuro do pais e seu compromisso de traduzi-la em ações concretas.
O projeto — de autoria do Senador Jaques Wagner (PT/BA) e relatoria do Senador Rogério Carvalho (PT/SE) — torna possível a liberação integral de cerca de R$ 22 bilhões do FNDCT, garantindo a legislação necessária para transformar esses recursos em investimentos produtivos para o desenvolvimento nacional.
Com os recursos liberados, será possível também estimular o emprego qualificado em pesquisa e desenvolvimento (P&D), ampliando a inserção de doutoras e doutores em empresas, parques tecnológicos, universidades e startups, ativando cadeias produtivas inovadoras e promovendo sinergia entre academia e setor produtivo.
O MCTI, através de suas agências Finep e CNPq, reafirma seu compromisso com o fortalecimento do Sistema Nacional de Fomento e com a missão de transformar conhecimento em inovação, ciência em soberania, e recursos públicos em valor para a sociedade.
Após a aprovação no Congresso Nacional, o projeto será encaminhado à sanção presidencial. A expectativa é que, com a sanção, seja possível iniciar o processo de liberação dos recursos e a ampliação do financiamento a projetos inovadores em todas as regiões do país.
Para marcar essa conquista histórica para a ciência, tecnologia e inovação brasileiras, a ministra Luciana Santos e o presidente da Finep, Antônio Elias, divulgaram uma carta conjunta celebrando a aprovação do projeto. Leia a carta na íntegra abaixo.
MCTI celebra a aprovação histórica do PL 847/2025: uma vitória estratégica para a CT&I nacional
A aprovação, nesta segunda-feira (14/7), pela Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei 847/2025, que consolida uma das maiores conquistas recentes para o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI). De autoria do Senador Jaques Wagner (PT/BA) e relatoria do SENADOR Rogério Carvalho(PT/SE), tendo como relator na Câmara dos deputados Andre Figueiredo PDT/CE) foi aprovado nas duas casa do parlamento brasileiro. O PL viabiliza a liberação integral de cerca de R$ 22 bilhões do FNDCT, garantindo os instrumentos necessários para transformar esses recursos em investimentos produtivos para o desenvolvimento nacional.
Essa conquista só foi possível graças ao compromisso do Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que reafirma, com ações concretas, sua visão de que ciência, tecnologia e inovação são pilares estratégicos para o futuro do país. A Finep reconhece, com gratidão e admiração, o papel decisivo do Governo Lula e do Parlamento Brasileiro, com a participação da Frente Parlamentar de Apoio ao Sistema Nacional de Fomento, articulação fundamental para a soberania científica, a reindustrialização e a inovação brasileira.
A liberação dos recursos do FNDCT permitirá fortalecer a Inovação com bases nas seis Missões da Nova Indústria Brasil (NIB) e as Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs), com foco especial na integração regional e na interiorização da ciência e da inovação. Isso significa levar infraestrutura, redes de pesquisa e oportunidades para todos os territórios do país, superando as desigualdades históricas que ainda marcam nosso sistema.
Com os recursos liberados, será possível também estimular o emprego qualificado em pesquisa e desenvolvimento (P&D), ampliando a inserção de doutoras e doutores em empresas, parques tecnológicos, universidades e startups, ativando cadeias produtivas inovadoras e promovendo sinergia entre academia e setor produtivo.
Essa nova fase do FNDCT inaugura um ciclo virtuoso que alia inovação, desenvolvimento produtivo e impacto social. Ao apoiar projetos com alto valor agregado e base tecnológica, estaremos ampliando a competitividade da indústria nacional, promovendo benefícios econômicos, sociais e ambientais e impulsionando um desenvolvimento sustentável, justo e inclusivo.
O MCTI, através de suas agências Finep e CNPq, reafirma seu compromisso com o fortalecimento do Sistema Nacional de Fomento e com a missão de transformar conhecimento em inovação, ciência em soberania, e recursos públicos em valor para a sociedade.
Juntos, estamos construindo um Brasil mais inovador, integrado e preparado para os desafios do século XXI.
Luciana Santos, ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação
Luiz Antônio Elias, presidente da Finep
TECNOLOGIA
Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade
Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.
Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.
Projetos selecionados
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Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;
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Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc);
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Organização Baniwa e Koripako — Nadzoeri. Parceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);
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Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;
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Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara;
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Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.
Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.
Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.
O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.
Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades.
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