TECNOLOGIA

Diretora de Popularização da Ciência assume interinamente secretaria do MCTI

A diretora de Popularização da Ciência, Tecnologia e Educação Científica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Juana Nunes, assume interinamente a chefia da Secretaria de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento Social (Sedes). A pasta era anteriormente liderada pelo ex-senador e agora deputado federal Inácio Arruda. A ministra do MCTI, Luciana Santos, já indicou a professora da Universidade Federal do Tocantins Germana Pires Coriolano para substituí-lo de forma definitiva. A nomeação deverá ser formalizada após a conclusão dos trâmites administrativos.

Com trajetória consolidada na área de políticas públicas para a ciência e inclusão social, Juana Nunes reúne experiência na formulação, coordenação e execução de iniciativas estratégicas no campo da popularização da ciência. À frente da Diretoria de Popularização da Ciência, Tecnologia e Educação Científica, tem desempenhado papel central no fortalecimento de ações que aproximam a produção científica da sociedade, ampliando o acesso ao conhecimento e incentivando a cultura científica em diferentes territórios do país.

Um dos destaques de sua atuação é a contribuição decisiva na construção e implementação do programa Pop Ciência, iniciativa estruturante do MCTI de promoção da ciência como ferramenta de desenvolvimento social. O programa tem articulado ações em âmbito nacional, integrando educação científica, inclusão social e valorização do conhecimento, com foco especial em públicos historicamente afastados das políticas de ciência e tecnologia.

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A Sedes, que passa a ser comandada interinamente por Juana Nunes, é responsável por propor, coordenar e implementar políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação orientadas ao desenvolvimento social. Entre suas atribuições estão iniciativas nas áreas de popularização da ciência, tecnologias sociais, economia solidária, segurança alimentar e educação científica.

Durante o período interino, a expectativa é de continuidade e fortalecimento das ações em curso, com ênfase na ampliação do alcance das políticas de popularização da ciência — área em que Juana Nunes tem se destacado como uma das principais articuladoras no âmbito do ministério.

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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TECNOLOGIA

Projeto Entre Ciências seleciona seis propostas sobre sociobiodiversidade

Como cuidar melhor da floresta, da terra e da biodiversidade? Parte dessa resposta está no diálogo entre diferentes formas de conhecimento. Com o objetivo de fortalecer a participação de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares na produção de conhecimento sobre a sociobiodiversidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) vai selecionar seis iniciativas para o projeto Entre Ciências: Territórios de Saber em Diálogo.     

Foram avaliadas 60 propostas de arranjos de pesquisa colaborativa, envolvendo comunidades e academia, vindas de diferentes regiões da Amazônia e do Cerrado. Os trabalhos foram selecionados por uma comissão formada por especialistas e representantes das próprias comunidades, levando em conta não só critérios técnicos, mas também a diversidade dos territórios e protagonismo de mulheres, jovens e anciãos.  

Projetos selecionados 

  • Associação dos Seringueiros do Seringal Cazumbá. Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Acre (Ifac) — Campus Rio Branco;  

  • Associação Quilombo Kalunga. Parceiro acadêmico: Universidade de Brasília (UnB) – Programa de Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Terras Tradicionais (Mespt) e Programa da Licenciatura em Educação do Campo (Ledoc); 

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  • Organização Baniwa e Koripako — NadzoeriParceiros acadêmicos: UnB, Universidade Federal Fluminense (UFF) e Universidade de São Paulo (USP);  

  • Associação de Mulheres Indígenas em Mutirão (Amim). Parceiro acadêmico: Instituto Federal do Amapá;  

  • Centro de Agricultura Alternativa Vicente Nica. Parceiro acadêmico: Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) — Campus Almenara; 

  • Coletivo Mulheres Retireiras do Araguaia. Parceiro acadêmico: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), vinculado ao MCTI, e Instituto Juruá.  

Com os novos arranjos selecionados, o projeto passa a apoiar oito experiências em diferentes territórios, ampliando uma rede que conecta ciência dos povos e comunidades com a ciência acadêmica, cultura e meio ambiente.  

Para a secretária de Políticas e Programas Estratégicos do MCTI, Andrea Latgé, a iniciativa reforça a importância de integrar diferentes formas de conhecimento na produção científica. “O Entre Ciências mostra que o conhecimento também nasce nos territórios. Ao valorizar saberes de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares, fortalecemos uma ciência mais diversa e conectada aos desafios do País”, destaca.  

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O Entre Ciências aposta em uma ideia simples e poderosa: quem vive nos territórios também produz conhecimento. O projeto fortalece o papel de povos indígenas e comunidades tradicionais na pesquisa sobre biodiversidade, em temas prioritários para o próprio território, incentivando a parceria com atores acadêmicos comprometidos e com respeito às diferentes formas de conhecimento.  

Além do apoio aos projetos, a iniciativa oferece formação, bolsas para pesquisadores locais das comunidades, intercâmbios e suporte para a gestão de dados e informações produzidas pelas próprias comunidades. 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

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