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Por unanimidade, Sérgio Ricardo é reeleito presidente do TCE e garante atuação com foco na construção de políticas de Estado

Crédito: Tony Ribeiro/TCE-MT
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A eleição da 58ª Mesa Diretora foi realizada durante a sessão plenária desta terça-feira (24). Clique aqui para ampliar.

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, reafirmou o compromisso com a construção de políticas para o desenvolvimento do estado ao ser reeleito para comandar a instituição no biênio 2026/2027. A eleição da 58ª Mesa Diretora foi realizada durante a sessão plenária desta terça-feira (24), com a escolha dos conselheiros Waldir Teis para a vice-presidência e Guilherme Antonio Maluf para a Corregedoria-Geral.

“Juntamente com todos os demais conselheiros, vamos continuar conduzindo o Tribunal nesse rumo, porque as instituições não têm razão de ser se não for para defender o interesse do povo. Defendo que discutamos muito e que o Tribunal esteja presente. Porque só tem um dinheiro público e o gestor tem que acertar, por isso precisamos defender sempre políticas de estado, para qualquer governo. Venha qualquer governo que vier, vamos discutir e orientar políticas de estado”, afirmou o presidente. 

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O conselheiro Sérgio Ricardo foi reeleito de forma inédita e por unanimidade. Clique aqui para ampliar.
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Sérgio Ricardo foi reeleito de forma inédita e por unanimidade. Ao agradecer a recondução, destacou que a decisão foi fruto de um processo coletivo, construído com a participação de todos os conselheiros. “Essa minha reeleição foi construída por todos os conselheiros, muito discutida e aprofundada em todas as conversas que tivemos. Não tive dificuldade nenhuma porque fui conduzido por todos.”

O presidente reeleito também destacou que o TCE-MT seguirá atuante nas discussões sobre políticas públicas que impactam diretamente a população. “Não adianta só fiscalizarmos o destino do dinheiro público. Tem que ver se a destinação trouxe resultado para quem precisa. Eu entro nas discussões porque sei que é aqui que se solucionam os problemas, porque muitas vezes os próprios gestores, nos mais variados patamares, não conseguem conversar e conduzir as soluções tão bem como nós o fazemos”, disse.

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O conselheiro Waldir Teis foi eleito vice-presidente.

Decano do TCE-MT, o conselheiro Antonio Joaquim, que na ocasião aceitou o convite do presidente para permanecer no cargo de ouvidor-geral no próximo biênio, chamou a atenção para a harmonia entre os membros e atuação proativa da Corte de Contas. “Não tenho dúvidas ao afirmar que este é o Tribunal mais próximo ao cidadão. Por isso nossa unidade é fundamental e tenho certeza de que o presidente reeleito sabe e tem consciência da grande responsabilidade que tem de continuar essa gestão assim como já tem feito, de forma destemida e ousada”, destacou.

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O conselheiro Guilherme Antonio Maluf foi escolhido corregedor-geral.

Para o procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPC), Alisson Carvalho de Alencar, com a eleição unânime, o Tribunal reforça sua maturidade institucional. “Cumprimento todos os conselheiros pela escolha e altivez de terem definido de forma pacífica. Todos os procuradores torcem para que vossa excelência continue mesclando inovação e estabilidade para que nos próximos anos este Tribunal continue avançando, aprimorando a gestão pública de Mato Grosso e a vida dos cidadãos mato-grossenses.”

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Fonte: TCE MT – MT

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Vaidade de Sérgio Ricardo pode adiar sonho de Antônio Joaquim de voltar à presidência do TCE

Atual presidente é apontado nos bastidores como interessado em permanecer no comando da Corte de Contas, movimento que dificulta a ascensão de outros conselheiros.

A sucessão na presidência do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) já movimenta os bastidores da instituição e tem como principal personagem o atual presidente, Sérgio Ricardo.

Nos corredores da Corte, cresce a avaliação de que o conselheiro pretende buscar um novo mandato, mesmo diante da expectativa de alternância no comando do órgão.

Interlocutores próximos ao Tribunal afirmam que a permanência de Sérgio Ricardo estaria diretamente ligada ao desejo de manter influência sobre os rumos administrativos e políticos da instituição.

A avaliação de alguns conselheiros é que a forte vaidade do atual presidente dificulta a construção de um consenso em torno da renovação da Mesa Diretora.

Nesse cenário, um dos principais afetados seria o conselheiro Antônio Joaquim. Veterano da Corte e ex-presidente do TCE, ele é apontado há anos como um dos nomes naturais para retornar ao comando da instituição.

Entretanto, a eventual decisão de Sérgio Ricardo de disputar novamente a presidência pode adiar, mais uma vez, o projeto político-administrativo de Antônio Joaquim.

Nos bastidores, há quem interprete o movimento como uma demonstração de que Sérgio Ricardo não estaria disposto a abrir espaço para que outro colega conselheiro assuma o protagonismo na Corte de Contas. A permanência no cargo, segundo essa leitura, seria impulsionada não apenas por questões administrativas, mas também pelo capital político acumulado durante sua gestão.

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Embora nenhuma candidatura tenha sido oficialmente lançada, o tema já provoca debates entre membros do Tribunal e agentes políticos ligados ao sistema de controle externo. A expectativa é de que as conversas se intensifiquem nos próximos meses, à medida que o processo eleitoral interno se aproxima.

Caso a reeleição de Sérgio Ricardo se confirme, Antônio Joaquim poderá ter de aguardar mais um ciclo para tentar concretizar o objetivo de voltar a presidir o Tribunal de Contas, cargo que já ocupou em outras oportunidades e que continua sendo visto por seus apoiadores como uma meta legítima dentro da trajetória do conselheiro.

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