SAÚDE
Ministério da Saúde lança concurso para monumento em homenagem às vítimas
O Ministério da Saúde lançou o edital de concurso para a seleção, concepção e execução de um monumento artístico inédito em homenagem às vítimas da pandemia de covid-19. O documento foi publicado pelo Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) e está disponível no site de compras do Governo Federal. A iniciativa marca um momento representativo na criação do Memorial da Pandemia de Covid-19, para o qual o CCMS atuará como espaço de referência, acolhendo exposições, ações educativas e programações públicas associadas à temática.
Ateliês, escritórios, coletivos e empresas das áreas de cultura, artes, arquitetura e/ou design, bem como artistas, estudantes, arquitetos e urbanistas de todo o Brasil já podem acessar o material. O objetivo é buscar um monumento artístico que, de forma sensível e criativa, transmita uma mensagem de solidariedade, esperança, justiça e reparação diante dos acontecimentos sociais e políticos vivenciados durante a crise sanitária. Os projetos devem ser concebidos sob o nome “Lembrar para aprender”. A proposta vencedora será instalada na área externa do CCMS, localizado na Praça Marechal Âncora, nº 95, no Centro do Rio de Janeiro (RJ). As principais dúvidas a respeito da iniciativa, podem ser sanadas no site do espaço cultural.
O concurso dispõe do valor de R$ 300 mil e considera empresas legalmente constituídas e com experiência em projetos de natureza artística, arquitetônica ou cultural. O edital não permite a participação de pessoa física e Microempreendedor Individual (MEI), mas contempla coletivos culturais formalizados, sociedades empresariais e outras pessoas jurídicas atuantes no setor. O monumento deverá ser alinhado ao conjunto de pilares conceituais fundamentais: 1) Memória e Valores – justiça e reparação, solidariedade. 2) Saúde e Ciência – resiliência do Sistema Único de Saúde (SUS), valorização da ciência e reconhecimento dos trabalhadores da saúde. 3) Cultura e Inovação – pluralidade cultural, multidisciplinaridade, multilinguagens artísticas, e inovação.
Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o projeto tem profundo significado institucional e social. “Relembrar o acontecido é melhor maneira de aprender para que os erros nunca mais se repitam. O monumento será um marco simbólico da memória coletiva e da valorização da vida através da arte. Estamos trabalhando para fazer com que o Centro Cultural do Ministério da Saúde, com suas exposições, atividades educativas e acervo digital, seja um espaço para homenagear as mais de 700 mil vidas perdidas, assim como profissionais de diversas áreas que atuaram com excelência durante o período da pandemia”, destacou.
O monumento integra a nova fase do Centro Cultural. “Em contagem regressiva para a reabertura do prédio ao público, prevista para acontecer no início de 2026, o CCMS reforça seu papel como espaço de memória, saúde, arte, educação e cultura”, afirmou Gisella Chinelli, coordenadora do CCMS.
Requisitos técnicos e visita ao local
A obra, que será instalada ao ar livre e próxima à Baía de Guanabara, no Centro do Rio de Janeiro, deverá ser executada com materiais de alta durabilidade e resistentes a intempéries. As dimensões máximas permitidas são de 20m² de base e 4 metros de altura. O projeto deverá respeitar as normas de tombamento do Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (INEPAC), órgão responsável pela preservação do prédio. A sustentabilidade e o baixo impacto ambiental dos materiais são aspectos preferenciais.
Durante o período de inscrições, os proponentes podem realizar vistoria prévia no local de instalação do projeto, conforme as indicações constantes no edital. Para agendar a visita, os interessados devem enviar uma solicitação por e-mail para
As propostas serão avaliadas por uma comissão julgadora composta por representantes do Ministério da Saúde, do Ministério da Cultura, do INEPAC e de movimentos sociais ligados à temática da pandemia, tendo como critérios de a melhor técnica e proposta conceitual.
Sobre o Centro Cultural do Ministério da Saúde
O CCMS tem mais de cem anos de construção. A edificação foi iniciada como um pavilhão na Exposição Internacional do Centenário da Independência em 1922, se tornou um importante posto de vigilância sanitária durante o restante do século XX, até se transformar, em 2001, em um equipamento cultural que liga a arte à saúde. Para restaurar e preservar a arquitetura original, além de adequá-la às exigências da legislação vigente quanto à segurança e à acessibilidade uma grande obra foi iniciada em 2013.
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
SAÚDE
Hackathon SUS: desafio nacional mobiliza startups para desenvolver soluções inovadoras para a saúde pública
O Ministério da Saúde deu mais um passo para ampliar a integração entre tecnologia e saúde pública. O avanço ocorre com a iniciativa “Desafio Tecnológico para o Sistema Único de Saúde – Hackathon SUS”. A estratégia vai selecionar e premiar startups de todo o país que desenvolvam soluções inovadoras capazes de enfrentar o câncer. O edital com o cronograma e fases de execução foi disponibilizado na última semana. As inscrições seguem até o dia 10 de junho e são realizadas aqui.
O hackathon é coordenado pelo Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde (SCTIE) do Ministério da Saúde e, de forma colaborativa, promove o fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde. Para tanto, conta com uma ampla rede de parceiros, incluindo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), HU Brasil e a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS).
De acordo com Fernanda De Negri, secretária da SCTIE, “a iniciativa busca acelerar a criação de soluções aplicáveis no SUS, melhorar a eficiência do atendimento e reduzir desigualdades no acesso à saúde em diferentes regiões do país. A proposta é desenvolver tecnologias compatíveis à rotina do sistema público, com potencial de crescimento e impacto direto na assistência à população”, pontuou De Negri.
Tecnologia a serviço da vida
O foco do Hackathon SUS é a criação de dispositivos médicos, instrumentos para ampliar a capacidade cirúrgica e soluções tecnológicas que ajudem no diagnóstico e monitoramento do câncer. As startups brasileiras devem observar os requisitos do edital e as propostas precisam ser capazes de enfrentar desafios reais da oncologia, com iniciativas que tenham impacto social, escalabilidade e sustentabilidade econômica.
O lançamento da ação ocorreu em abril deste ano, durante o evento SUS Inova Brasil – Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, no Rio de Janeiro, com a presença do ministro da pasta, Alexandre Padilha.
Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), estimativa de 2026 a 2028, apontam que o câncer tem sido a segunda principal causa de morte no Brasil, atrás apenas das doenças cardiovasculares. Diante dessa realidade, o Governo do Brasil tem fortalecido a busca por respostas rápidas à doença, em articulação com projetos transformadores capazes de salvar vidas. Assim, mais do que uma competição entre startups, o Hackathon SUS representa uma estratégia para integrar ciência, tecnologia e políticas públicas.
A busca por respostas rápidas, alinhadas a projetos transformadores com potencial para salvar vidas, tem sido uma das prioridades do Governo do Brasil. Assim, mais do que uma competição entre startups, o Hackathon SUS representa uma estratégia para integrar ciência, tecnologia e políticas públicas.
Como vai funcionar
O hackathon será realizado em três etapas e, de acordo com o edital, a execução de todas as fases está prevista até abril de 2027. Mas, os interessados precisam ficar atentos para os prazos estabelecidos no edital.
As equipes selecionadas participarão de maratonas regionais de inovação em hospitais universitários federais ligados à HU Brasil, com acesso a mentorias, apoio técnico e contato direto com especialistas. Na etapa final, as melhores equipes disputarão a fase nacional, quando as soluções serão avaliadas por uma banca formada por representantes do setor público, da academia e do ecossistema de inovação.
As três startups com maior pontuação receberão prêmios em dinheiro: R$ 100 mil para o primeiro lugar, R$ 50 mil para o segundo e R$ 30 mil para o terceiro. Além disso, os participantes contarão com incentivos não financeiros, como participar de processo de aceleração promovido pelo SEBRAE.
Acesse o chamamento público do hackathon na área de oncologia
Inscreva-se Desafio Tecnológico para o Sistema Único de Saúde – Hackathon SUS
Janine Russczyk
Ministério da Saúde
Fonte: Ministério da Saúde
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