SAÚDE

Ministério da Saúde aplica mais de 70 mil doses no mês de vacinação dos povos indígenas

O Ministério da Saúde aplicou mais de 70 mil doses de vacinas em povos originários durante o Mês de Vacinação dos Povos Indígenas (MVPI) 2025, superando as 67 mil doses aplicadas no mesmo período em 2024. O número de indígenas vacinados também aumentou: passou de 50 mil para 57 mil em relação ao ano passado.    

“Vacinas salvam vidas e são essenciais para garantir a saúde de toda a população. Com o MVPI, estamos levando mais saúde à população indígena em área remotas e de difícil acesso. Esse é um esforço do governo do presidente Lula, que desde 2023 voltou a priorizar a vacinação e a saúde da população indígena em nosso país”, destaca o secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde (Sesai/MS), Weibe Tapeba. 

Realizada até o final de maio, a iniciativa levou imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação, como Hepatite B, Tríplice viral, Influenza e Covid-19, às comunidades localizadas em áreas de difícil acesso. A estratégia foi realizada nos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs), mobilizando embarcações, helicópteros e aviões para alcançar as localidades mais remotas. Participaram da ação mais de três mil profissionais para garantir ampla cobertura. 

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Coordenado pelo Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), o MVPI reforça a proteção contra doenças imunopreveníveis, contribuindo para o fortalecimento da atenção primária em saúde indígena, oferecendo serviços integrados. Em 2025, foram realizados outros 325.855 atendimentos de saúde, distribuídos em 79 polos e 995 aldeias, ampliando significativamente o acesso da população indígena a cuidados essenciais de saúde. O avanço é ainda mais evidente no comparativo de 2024, quando a ação alcançou 67 polos e 843 aldeias.  

Confira as vacinas disponibilizadas durante o MVPI 

  • Hepatite A;  

  • Hepatite B; 

  • Penta (DTP/Hib/Hep B);   

  • Pneumocócica 10 valente;   

  • VIP (Vacina Inativada Poliomielite);   

  • VRH (Vacina Rotavírus Humano);   

  • Meningocócica C (conjugada);   

  • Febre amarela;   

  • Tríplice viral (Sarampo, Rubéola, Caxumba);   

  • Tetraviral (Sarampo, Rubéola, Caxumba, Varicela);   

  • DTP (tríplice bacteriana);   

  • BCG;   

  • HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano);   

  • Influenza; e   

  • Covid-19;    

  • Varicela (monovalente)    

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  • Meningocócica ACWY (MenACWY – Conjugada); e   

  • Pneumocócica 23-valente (Pneumo 23)  

  • dTpa  

Julianna Valença 
Ministério da Saúde 

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Ministério da Saúde debate inovação, incorporação de tecnologias e fortalecimento da indústria da saúde na Feira Hospitalar

O secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde do Ministério da Saúde (SCTIE/MS), Eduardo Jorge, destacou a importância do fortalecimento da produção nacional e da inovação para garantir a sustentabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS), nesta quinta-feira (21/05). Os apontamentos ocorreram durante debates na Feira Hospitalar 2026, reconhecida como um dos principais eventos da área da saúde na América Latina.

“O Brasil é o país com o maior sistema público de saúde do mundo e a sustentabilidade desse sistema passa pela consolidação de um ecossistema produtivo local inovador, competitivo e capaz de responder às necessidades da população”, afirmou Eduardo Jorge.

No painel promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde (Abimed), com o tema “Instâncias de ATS no Brasil: peculiaridades e necessidades do SUS e da Saúde Suplementar e relação com o processo de registro sanitário”, foram discutidos os processos de incorporação de medicamentos, tratamentos e equipamentos no país, além dos desafios relacionados à sustentabilidade dos sistemas público e suplementar.

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Na ocasião, Eduardo Jorge ressaltou as iniciativas do Ministério da Saúde voltadas à modernização da avaliação de tecnologias em saúde e destacou o papel da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) na formulação de políticas públicas para ampliar o acesso da população a novas tecnologias no SUS.

O secretário-adjunto também ressaltou os recentes aprimoramentos na legislação da Conitec, que incluíram mecanismos relacionados à análise de impacto orçamentário, estratégias de negociação de preços e etapas de implementação das tecnologias incorporadas ao sistema público de saúde.

O debate ainda abordou as diferenças entre os modelos de avaliação utilizados pelo SUS e pela saúde suplementar, além dos desafios regulatórios e de financiamento enfrentados pelos dois setores.

Já no painel promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo), Eduardo Jorge discutiu o papel estratégico da indústria da saúde para o desenvolvimento do país. O encontro reuniu representantes do governo, da indústria e de instituições de pesquisa para debater temas ligados à produção nacional de tecnologias em saúde, inovação e integração entre setor público, centros de pesquisa e empresas.

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A Feira Hospitalar 2026 ocorre entre os dias 19 e 22 de maio e reúne representantes de empresas, gestores públicos, pesquisadores e profissionais da saúde para discutir tendências, políticas públicas e desafios relacionados ao desenvolvimento do setor no Brasil.

Rodrigo Eneas
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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