POLÍTICA NACIONAL

Sessão especial celebra 30 anos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel, do MTE

Na terça-feira (13), o Senado promove uma sessão especial em comemoração aos 30 anos do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), do Ministério do Trabalho e Emprego. Requerida (REQ 267/2025) pelo senador Paulo Paim (PT-RS), a solenidade está marcada para as 10h

A data escolhida para a homenagem, 13 de maio, coincide com o Dia da Abolição da Escravatura no Brasil, simbolizando também os desafios contemporâneos relacionados ao combate ao racismo estrutural e à erradicação de todas as formas de trabalho degradante. Em sua justificativa, Paim destacou que o trabalho análogo ao de escravo continua sendo uma das mais graves violações de direitos humanos no país.

“Trata-se de um fenômeno sustentado por um ciclo de exploração extrema da vulnerabilidade do trabalhador, geralmente traduzida por sua condição de pobreza e necessidade de subsistência, que culmina na supressão de sua dignidade dentro da relação laboral”, afirmou o parlamentar.

Criado em 1995, o GEFM é responsável por fiscalizar e combater o trabalho análogo a escravidão em todo o território nacional. Formado por auditores-fiscais do trabalho, o grupo atua de forma interinstitucional, em parceria com o Ministério Público do Trabalho, o Ministério Público Federal, a Defensoria Pública da União e as polícias Federal e Rodoviária Federal.

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Desde sua criação, o grupo já resgatou cerca de 70 mil trabalhadores submetidos a condições degradantes de trabalho. Para o senador, a atuação do GEFM representa um marco civilizatório na história da proteção dos direitos trabalhistas no Brasil.

“A realização dessa sessão especial é para celebrar as três décadas de atuação do Grupo Especial e para a reflexão sobre os desafios que ainda precisamos enfrentar”, reforçou Paim.

Por Camily Oliveira, sob supervisão de Patrícia Oliveira. 

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.

Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.

Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.

Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.

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Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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