POLÍTICA NACIONAL
Senado ratifica renovação de acordo sobre sede brasileira da OMPI
A renovação do acordo sobre o funcionamento, no Brasil, de um escritório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI) foi aprovada no Senado nesta quarta-feira (18), na forma do relatório do senador Humberto Costa (PT-PE). O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 271/2024 foi previamente submetido ao exame da Comissão de Relações Exteriores (CRE) e segue para promulgação.
As instalações da OMPI funcionam no Rio de Janeiro desde 2009. A OMPI, criada a partir da Convenção de Estocolmo de 1967, é uma das 16 agências especializadas da Organização das Nações Unidas (ONU), com sede em Genebra (Suíça). É constituída por 193 países membros e voltada para o desenvolvimento de um sistema internacional de propriedade intelectual.
O texto de renovação do acordo de escritório regional não tem impacto orçamentário porque ele já está em funcionamento. São mantidas as condições de funcionamento, de privilégios e de imunidades que o governo brasileiro concede ao escritório e aos seus funcionários, levando em consideração dispositivos da Convenção de Viena sobre relações diplomáticas, bem como a legislação brasileira aplicável.
Em seu relatório, Humberto destaca que os signatários “reiteram os benefícios que a promoção do desenvolvimento no domínio da propriedade intelectual pode acarretar para os interessados; bem como o reforço proporcionado pelo Escritório da OMPI na cooperação entre os países da América Latina e do Caribe, visando a consecução de objetivos comuns em matéria de desenvolvimento no campo da propriedade intelectual.”
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Cancelado debate sobre os impactos da desinformação em situações de calamidade
A comissão externa da Câmara dos Deputados que acompanha os impactos das fortes chuvas que atingiram a Zona da Mata de Minas Gerais em fevereiro cancelou a audiência pública que realizaria nesta quarta-feira (10) para discutir a propagação de notícias falsas em situações de calamidade pública.
Ainda não foi marcada nova data para o debate.
A reunião foi pedida pela coordenadora da comissão, deputada Ana Pimentel (PT-MG), para discutir os efeitos da desinformação em cenários de desastre, identificar estratégias de prevenção e resposta e fortalecer a comunicação institucional em situações de emergência.
A comissão
Em fevereiro de 2026, municípios da Zona da Mata de Minas Gerais, especialmente Juiz de Fora, registraram chuvas intensas que causaram danos à população e à infraestrutura local.
A comissão criada pela Câmara dos Deputados acompanha os danos causados pelas chuvas e discute medidas de apoio à população afetada.
Consequências das notícias falsas
Segundo Ana Pimentel, o enfrentamento dos efeitos das chuvas não depende apenas da reconstrução dos danos materiais, mas também da garantia de acesso a informações corretas.
“A difusão de conteúdos enganosos pode dificultar ações de resgate, comprometer a atuação da Defesa Civil, desorientar a população quanto a rotas seguras, pontos de apoio e serviços disponíveis, além de agravar o medo, a insegurança e a desorganização social em momento de especial vulnerabilidade coletiva”, enumera a coordenadora.
Da Redação – MB
Fonte: Câmara dos Deputados
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