POLÍTICA NACIONAL
Para Izalci, Bolsonaro só é julgado no STF por ter sido presidente da República
O senador Izalci (PL-DF) afirmou, em pronunciamento nesta quarta-feira (11), que o ex-presidente Jair Bolsonaro sofre perseguição política. Segundo ele, o depoimento prestado ao Supremo Tribunal Federal (STF) na terça-feira (10) mostra que Bolsonaro está sendo julgado apenas por ter ocupado a Presidência da República. Izalci afirmou que o sistema político não aceitou a presença de Bolsonaro no Planalto.
— Bolsonaro não está sendo julgado por ter orquestrado o pagamento de propina a parlamentares, não está sendo julgado por ter roubado a Petrobras e muito menos por ter adquirido, por intermédio de laranjas, sítios ou fazendas. Bolsonaro está sendo julgado apenas por ser Bolsonaro. Até a tentativa de assassinato [em 2018, Bolsonaro foi esfaqueado no abdômen em comício durante campanha à Presidência da República] foi minimizada por ter sido contra Bolsonaro. Chegaram ao absurdo de dizer que era fake news — disse.
Sobre o depoimento ao STF, Izalci afirmou que a postura do ex-presidente frustrou expectativas de um confronto com o ministro Alexandre de Moraes. Segundo o senador, Bolsonaro manteve calma e não forneceu material para manchetes sensacionalistas. Ele também criticou o que chamou de “massacre midiático” contra o ex-presidente.
— Foi uma aula de um líder que sempre joga dentro das quatro linhas. O presidente Bolsonaro tem a coragem e mantém a alma aberta, mesmo diante de tantas dificuldades e perseguições — afirmou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLÍTICA NACIONAL
Comissão aprova piso salarial de R$ 10 mil para médicos-veterinários e zootecnistas
A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que fixa em R$ 10 mil o piso salarial nacional de médicos-veterinários e de zootecnistas, para jornada de 30 horas semanais.
O piso será proporcional para jornadas menores ou maiores que 30 horas. O texto prevê reajuste anual pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e prazo de 180 dias para que os empregadores ajustem contratos e remunerações.
O texto aprovado é a versão do relator, deputado André Figueiredo (PDT-CE), para o Projeto de Lei 1748/22, do deputado Moses Rodrigues (UNIAO-CE), e outras duas iniciativas. O relator unificou as propostas.
“O piso não deve ser visto como ônus, mas como investimento estratégico”, disse o relator. Para ele, a medida poderá melhorar a qualidade dos serviços, estimular a qualificação, fortalecer o agronegócio e a saúde pública e reduzir a evasão.
Próximos passos
A proposta ainda será analisada em caráter conclusivo pelas comissões de Trabalho; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.
Da Reportagem/RM
Edição – Roberto Seabra
Fonte: Câmara dos Deputados
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