POLÍTICA NACIONAL
Motta diz que aprovação de projeto antifacção é resposta dura contra o crime organizado
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a aprovação do projeto de combate ao crime organizado (PL 5582/25) é uma resposta dura contra os criminosos, e não uma vitória de um ou outro grupo, mas do Brasil.
“O país pode divergir sobre tudo, menos sobre o direito de viver em paz e segurança. O problema da polarização é que ela transforma adversários em inimigos e problemas em bandeiras. Só um grupo vence quando o Estado se divide: o crime organizado”, disse.
Segundo Motta, o que o crime deseja é ver o Brasil remando em direções opostas. “Quando o Estado rema junto, a cidadania avança e o crime recua”, declarou. “Nunca podemos esquecer que o verdadeiro vilão é o crime organizado. E o herói é o povo brasileiro, que sobrevive todos os dias com o crime cada vez mais organizado.”
Amplo debate
Hugo Motta ressaltou que o projeto é fruto de uma construção coletiva e que entidades como Polícia Federal e Receita Federal participaram do debate.
O Parlamento, de acordo com Motta, não tem como função “carimbar” um projeto, mas sim debater as propostas e entregar a melhor versão possível. “O cidadão não está preocupado com a paternidade do projeto, mas com a resolução do problema”, declarou o presidente da Câmara.
O Projeto de Lei 5582/25 foi elaborado pelo governo, mas a versão aprovada pela Câmara é a do relator, deputado Guilherme Derrite (PP-SP), que fez várias alterações.
Os deputados aprovaram em Plenário o texto-base do relator e analisam agora os destaques que podem alterar pontos da proposta.
Mais informações em instantes
Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli
Fonte: Câmara dos Deputados
POLÍTICA NACIONAL
Cleitinho relata luto pela morte do irmão
Em pronunciamento no Plenário na terça-feira (11), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) ressaltou o luto pela morte de seu irmão mais novo, Matheus Azevedo, que tinha 30 anos. O senador lembrou que chegou a doar medula óssea a Matheus, que enfrentava uma leucemia.
Cleitinho disse que o falecimento do irmão provocou um forte abalo emocional nele e em sua família — e que isso afetou sua atuação política. Ele agradeceu as manifestações de apoio e solidariedade que recebeu.
— A situação que aconteceu comigo, na semana passada, foi uma questão emocional. Só quem passa por isso entende: quem já perdeu pai, irmão. Infelizmente, essa maldita doença [do irmão] voltou, e agora não estou mais com o meu irmão aqui — lamentou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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