POLÍTICA NACIONAL

Médicos sugerem ações de prevenção e tratamento e obesidade; assista

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Cerca de 35% da população brasileira apresenta algum grau de obesidade, segundo dados do Ministério da Saúde. A doença já afeta mais de 9 milhões de pessoas no país e está associada a diversas comorbidades, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares, problemas articulares, dificuldades respiratórias e até alguns tipos de câncer.

Diante do avanço preocupante da condição, médicos e nutricionistas participaram de uma audiência pública promovida pela Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados para debater o cuidado primário no tratamento da obesidade.

O encontro teve como objetivo discutir estratégias para ampliar o acesso ao tratamento e reduzir complicações e custos com internações e terapias de longo prazo.

Experiência pessoal
O deputado Coronel Meira (PL-PE), que solicitou a audiência, compartilhou sua experiência pessoal com a obesidade. “Fui salvo pela cirurgia bariátrica. Pesava quase 148 kg e hoje mantenho 100 kg com atividade física. Meus problemas de saúde desapareceram”, relatou.

Como titula da Comissão de Saúde, Meira disse que está empenhado em iniciar um trabalho sério para tratar a obesidade primária, com foco especial na infância.

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Da TV Câmara – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova regras que definem local de ações envolvendo crianças e adolescentes

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 139/26, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) para definir qual juízo deve julgar casos de interesse de pessoas com menos de 18 anos quando os pais moram em cidades diferentes.

Pelo texto, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), a competência será definida pelo domicílio do detentor da guarda unilateral. Nos casos de guarda compartilhada, valerá o local da residência principal da criança ou adolescente. Se não houver uma residência principal, o processo poderá tramitar em qualquer um dos locais onde o jovem resida com os pais ou o responsável.

Atualmente, o ECA prevê como foro competente o domicílio dos pais ou do representante legal ou, na falta destes, o lugar onde se encontra a criança. No entanto, Laura Carneiro disse que a regra é insuficiente para lidar com realidades em que os pais vivem em cidades distintas.

A relatora, deputada Rogéria Santos (Republicanos-BA), recomendou a aprovação da proposta. “A solução atende ao interesse da criança ou do adolescente e se amolda às modalidades compartilhada e unilateral de guarda de filhos, regulando as possíveis situações em que houver mais de um domicílio ou residência envolvido”, argumentou.

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Se aprovadas, as novas regras valerão para ações relativas a interesses de crianças e adolescentes, mas não se aplicarão a processos relativos a atos infracionais.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, podendo seguir depois diretamente para o Senado, sem precisar passar pelo Plenário da Câmara.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores e, depois, sancionada pela presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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