POLÍTICA NACIONAL

Congresso e Senado lançam sites para o 11º Fórum Parlamentar do Brics

O Congresso Nacional e o Senado lançaram sites específicos para o 11º Fórum Parlamentar do Brics, que ocorrerá entre 3 e 5 de junho, no Palácio do Congresso Nacional, em Brasília. O evento contará com sessões temáticas sobre saúde global; desenvolvimento econômico; clima e sustentabilidade; e inteligência artificial.

O site do Congresso Nacional para o evento foi lançado na quinta-feira (22). Ele reúne informações sobre programação, participantes, documentos e temáticas, além de orientações para a imprensa (como o credenciamento).  

Também já está disponível o site criado pela Secretaria de Comunicação do Senado para a cobertura jornalística do fórum. Esse site apresenta a produção jornalística do evento feita pelos veículos da Casa: Agência Senado, TV Senado e Rádio Senado. Nessa página, haverá reportagens em áudio, texto e vídeos. Além disso, haverá um espaço específico para a cobertura fotográfica, para que a imprensa e os representantes das delegações possam ter acesso mais fácil e ágil a esse conteúdo.

O bloco

O Brics é um grupo internacional formado por 11 países: África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, China, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Índia, Indonésia, Irã e Rússia. O grupo atua como fórum de articulação político-diplomática e de cooperação entre países do chamado “sul global”.

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Além dessas nações, o Brics conta com nove países parceiros: Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão. Esses países podem ser convidados a participar de espaços de discussão após consulta aos países-membros e decisão por consenso. A Arábia Saudita foi admitida como membro pleno, mas ainda não aceitou formalmente o convite.

A expectativa é que mais de 20 delegações de países-membros e parceiros do Brics participem do evento.

O evento

Um dos destaques do evento será o II Fórum de Mulheres Parlamentares do Brics, que acontece no primeiro dia de evento (3 de junho). A primeira sessão de trabalho do grupo vai debater o tema Mulheres na Era da Inteligência Artificial: Entre a Proteção de Direitos e Inclusão Feminina na Economia Digital.

Ainda no dia 3 ocorrerá o 2º Encontro dos Presidentes das Comissões de Relações Exteriores dos Parlamentos do Brics. Já nos dias 4 e 5 de junho, os eixos prioritários do bloco serão discutidos nas sessões de trabalho nas plenárias.

Credenciamento de Imprensa

O site do Congresso Nacional para o 11º Fórum Parlamentar do Brics oferece uma seção para os jornalistas interessados na cobertura do evento — para isso, é necessário o credenciamento, que se encerra nesta sexta-feira (23).

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissões debatem dificuldades de pessoas com Prader-Willi, síndrome rara

Pessoas com a Síndrome de Prader-Willi, doença genética rara que afeta cerca de 1 a cada 15 mil recém-nascidos, sofrem com a falta de diagnóstico precoce e uma política pública estruturada, apontaram especialistas em audiência pública conjunta de três comissões do Senado, nesta segunda-feira (27).

A síndrome se caracteriza por hipotonia (redução do tônus muscular), dificuldades alimentares na infância e excesso de apetite na idade adulta. Por isso, exige cuidado multiprofissional ao longo da vida.

A audiência reuniu a Comissão de Direitos Humanos (CDH), a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e a Comissão de Educação e Cultura (CE). Foi solicitada pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

Especialistas, gestores de saúde e familiares apontaram a necessidade de integrar ações e garantir acesso efetivo ao tratamento e ao acompanhamento contínuo. 

— Estamos falando de famílias que convivem com uma condição rara, que, sem o suporte adequado, pode ser devastadora. Esta é uma pauta de saúde, de educação e de dignidade — afirmou Marco Aurélio Cardoso, presidente da Associação Brasileira da Síndrome de Prader-Willi. 

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Complicações graves  

Os participantes convergiram na avaliação de que o diagnóstico ainda ocorre tarde no país, o que compromete o desenvolvimento e aumenta o risco de complicações graves. 

— Se a gente não fizer o diagnóstico muito cedo, a história da doença segue um caminho de obesidade grave e mortalidade precoce — alertou a médica Ruth Rocha Franco, coordenadora do ambulatório da Síndrome de Prader-Willi do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. 

Representantes do governo reconheceram avanços, como a ampliação de serviços especializados, mas apontaram lacunas na rede. 

— Não adianta ampliar os serviços se essas crianças não chegam até eles. A atenção primária precisa identificar os sinais e encaminhar — destacou Renata de Paula Faria Rocha, tecnologista da coordenação-geral de doenças raras do Ministério da Saúde. 

Na área da educação, o desafio é garantir inclusão com suporte adequado. 

— O profissional de apoio não é acessório, é essencial para assegurar permanência e segurança desses alunos na escola — afirmou Marco Franco, coordenador-geral de política pedagógica da educação especial e diretor substituto da diretoria de educação especial na perspectiva inclusiva do Ministério da Educação. 

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Política integrada 

A conclusão dos debatedores foi a necessidade de uma política nacional que organize o cuidado, desde o diagnóstico até a inclusão social. 

— Discutir diagnóstico precoce, tratamento e políticas integradas é o nosso objetivo — resumiu a senadora Damares.

A audiência ainda contou com a participação de Maria Teresinha Oliveira Cardoso, coordenadora da regional Centro-Oeste da Sociedade Brasileira de Génetica e Genômica, além de mães de crianças com a Síndrome de Prader-Willi.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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