POLÍTICA NACIONAL

Cleitinho defende cortes de ‘privilégios’ dos Três Poderes

Em pronunciamento em Plenário nesta quarta-feira (11), o senador Cleitinho (Republicanos-MG) criticou o que chamou de privilégios dos Três Poderes — dos quais seria reflexo o volume de gastos do Judiciário e do Legislativo. Ele declarou que tais gastos “são incompatíveis com a situação econômica da população”. O parlamentar afirmou os cortes de despesas devem começar pelos representantes do povo, sem prejudicar programas sociais.

— Tanto para os senadores quanto para os deputados federais, a média de salário bruto hoje é de R$ 40 mil. Há a verba de gabinete também, que chega, em média, a R$ 100 mil. Há o auxílio-mudança, chega a quase R$ 60 mil. Há o auxílio-combustível, as passagens aéreas e o auxílio-saúde, que inclusive é vitalício. É necessário uma reforma política urgente para nós pagarmos essa conta, e não o povo brasileiro — disse ele.

Segundo Cleitinho, o Judiciário brasileiro é o mais caro do mundo, com gastos que representariam 1,6% do PIB. O parlamentar criticou o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, pela recente declaração de que o Judiciário não contribui para a crise fiscal brasileira.

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— O ministro Luís Roberto Barroso falou que o Judiciário não tem culpa. Vocês [do Judiciário] têm culpa, sim. Quando vocês se sentam em suas cadeiras, tem gente para empurrar a cadeira para vocês, (…) num país que tem gente passando fome. Onde está a consciência de vocês? — questionou.

O senador também criticou a participação de ministros do governo em conselhos remunerados, mencionando os casos de Anielle Franco e Carlos Lupi, que integram o conselho de uma empresa metalúrgica. O parlamentar sugeriu a criação de um projeto de lei para proibir membros do governo de ocupar esses cargos.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Lei reconhece Ayrton Senna como Herói da Pátria

Foi sancionada nesta quarta-feira (1º) a Lei 15.447/26, que reconhece Ayrton Senna oficialmente como Herói da Pátria. O nome do ex-piloto de Fórmula 1 será inscrito no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria.

O título de Herói ou Heroína da Pátria é concedido a personalidades que tiveram papel relevante na defesa ou na construção do Brasil. Criado em 1992, o livro é gravado em páginas de aço e fica em exposição no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Ayrton Senna conquistou três títulos mundiais de Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991) e venceu 41 grandes prêmios ao longo da carreira. Em 2023, foi declarado Patrono do Esporte Brasileiro pela Lei 14.559/23. O piloto morreu em um acidente em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.

A homenagem a Senna foi proposta pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), por meio do Projeto de Lei 789/24. O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados em março, com parecer favorável da deputada Caroline de Toni (PL-SC) pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e do deputado Defensor Stélio Dener (União-RR) pela Comissão de Cultura.

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Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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