POLÍTICA NACIONAL

Aprovada em Plenário indicação de Carlos Ceglia para embaixador na Geórgia

Com 41 votos favoráveis, um contrário e uma abstenção, a indicação de Carlos Ricardo Martins Ceglia para embaixador na Geórgia foi aprovada em Plenário nesta terça-feira (10). A mensagem presidencial (MSF 52/2024) recebeu parecer favorável do senador Esperidião Amin (PP-SC) na Comissão de Relações Exteriores (CRE), que submeteu o indicado à sabatina em 13 de novembro.

Segundo a mensagem, Ceglia é graduado em Ciências Políticas pelo Instituto de Estudos Políticos na França e embaixador na Turquia desde 2020. Promovido a ministro de primeira classe em 2013, foi embaixador na Malásia de 2015 a 2020. No Brasil, entre outras funções, foi chefe da Divisão de Atos Internacionais do Ministério das Relações Exteriores entre 2010 e 2011 e da Divisão da Europa II do mesmo ministério, de 2006 a 2007.

Geórgia

A Geórgia, localizada no limite entre Europa Oriental e Ásia, é uma república parlamentarista de 3,68 milhões de habitantes, que entrou para a lista do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento como um dos países de maior desenvolvimento humano. Segundo o Banco Mundial, o país registrou grande progresso econômico e social nas últimas décadas, além de reduzir a taxa de pobreza pela metade no mesmo período.

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Em 2023, o montante das exportações brasileiras para a Geórgia foi de US$ 410,5 milhões (R$ 2,48 bilhões), sendo açúcares, melaços, carne suína e carne de aves os principais produtos exportados. Já as importações giraram em torno de US$ 1,3 milhão (R$ 7,86 milhões), compostas principalmente de medicamentos, produtos farmacêuticos, vestuário, torneiras e válvulas.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Educação aprova proposta que exige noções de Libras de gestores escolares

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que torna obrigatória a comprovação de noções básicas de Língua Brasileira de Sinais (Libras) para gestores da educação básica. A exigência valerá para cargos de administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional.

A proposta foi aprovada na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Franciane Bayer (Republicanos-RS), para o Projeto de Lei 480/26, do deputado licenciado Murilo Galdino (PB).

Conforme a nova redação, a equipe de gestão da escola deverá contar com profissional que conheça Libras, selecionado entre os professores da unidade ou contratado especificamente para a função. O projeto inicial priorizava pessoas surdas nas contratações.

“Um gestor escolar ou um profissional de apoio deverá ter condições de se comunicar com grande número de pessoas – colegas e demais funcionários, alunos e pais – os quais, na imensa maioria, não sabem se comunicar em Libras”, justificou Franciane Bayer.

Ela ressaltou ainda que a medida amplia o acolhimento e os serviços educativos prestados aos alunos surdos, ao incluir a mudança na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).

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“Até que tenhamos na Libras uma segunda língua dos brasileiros, é mais factível dispor do apoio de profissional conhecedor que já trabalhe na escola ou que venha a ser contratado para integrar a equipe pedagógica”, afirmou a relatora.

De acordo com o substitutivo, a comprovação do conhecimento básico em Libras deverá ser feita antes da contratação ou designação para o cargo, respeitando-se também os demais critérios técnicos e pedagógicos.

Próximos passos
A proposta ainda será analisada pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo. Para virar lei, precisa ser aprovada pelos deputados e pelos senadores.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Ana Chalub

Fonte: Câmara dos Deputados

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