POLÍTICA MT

Via de acesso à ALMT será fechada a partir das 22h desta terça-feira (27)

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), atendendo recomendação da Superintendência da Polícia Militar e da Coordenadoria de Proteção Contra Incêndio e Pânico, determinou a interdição do trecho na Avenida André Maggi em frente ao Edifício Dante Martins de Oliveira, sede do Parlamento estadual. O bloqueio da via será feito a partir das 22h, desta terça-feira (27), e visa garantir a segurança dos manifestantes que se mobilizam para acompanhar a votação do Projeto de Lei (PL) 1363/2023, que proíbe o transporte, armazenamento e comercialização de peixes de rio em Mato Grosso, prevista para acontecer nesta quarta-feira (28), durante sessão plenária na ALMT.

A  expectativa da Polícia Militar é fechar a Avenida André Maggi entre a rotatória em frente à Secretaria de Estado de Infraestrutura (Sinfra) e a rotatória de acesso ao Palácio Paiaguás. O acesso ao prédio da ALMT será feito exclusivamente a pé e o número de visitantes será limitado à capacidade máxima da galeria do Plenário das Deliberações e dos dois auditórios. Aqueles que não conseguirem entrar na Assembleia poderão acompanhar a sessão plenária pelo telão que será instalado na área externa da Casa de Leis. Vale destacar que, também por medida de segurança, é preciso fazer um cadastro para entrar na Assembleia Legislativa.

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As pessoas que trabalham na região do Centro Político Administrativo (CPA) em Cuiabá deverão buscar rotas alternativas.

Fonte: ALMT – MT

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POLICIAL

Com mandado de prisão em aberto, ex-deputado Daltinho não é localizado há mais de um mês

Ex-parlamentar de Mato Grosso é acusado de acumular dívida de R$ 140 mil em pensão alimentícia e segue sendo procurado após decisão da Justiça do Tocantins

Mais de um mês após ter a prisão civil decretada pela Justiça do Tocantins, o ex-deputado estadual por Mato Grosso Adalto de Freitas Filho, conhecido como Daltinho, ainda não foi localizado pelas autoridades policiais.

De acordo com informações registradas no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisões (BNMP), o mandado de prisão segue em aberto desde o dia 17 de abril de 2026, data em que a ordem judicial foi expedida.

Daltinho é acusado de acumular uma dívida de aproximadamente R$ 140 mil em pensão alimentícia destinada à filha adolescente e à ex-esposa.

Segundo documentos oficiais, o ex-deputado possui domicílio em Barra do Garças, cidade localizada na divisa entre Mato Grosso e Goiás, mas até o momento não foi encontrado para o cumprimento da decisão judicial.

O caso ganhou repercussão após a revelação de que a prisão civil do ex-parlamentar já havia sido decretada há mais de um mês sem que houvesse localização do investigado pelas forças policiais.

Nos bastidores jurídicos, a situação chama atenção pelo longo período em que o mandado permanece em aberto, além do valor elevado da dívida apontada no processo.

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A prisão civil por inadimplência de pensão alimentícia é prevista na legislação brasileira como medida coercitiva para obrigar o pagamento da obrigação judicial.

O caso envolvendo o ex-deputado deve continuar sendo acompanhado pelas autoridades enquanto a ordem de prisão permanecer válida e sem cumprimento.

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