NOVA COMPOSIÇÃO

Podemos conquista seis cadeiras e terá maior bancada na Assembleia Legislativa de MT

PL e Republicanos ficam com quatro deputados cada; Lúdio Cabral liderou a votação individual, seguido por Max Russi

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O Podemos saiu das eleições de 2026 com a maior bancada da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). O partido conquistou seis das 24 cadeiras do Parlamento estadual e terá a maior representação na próxima legislatura.

Na votação individual, Lúdio Cabral (PT) apareceu na primeira colocação, com 84.308 votos. Logo atrás ficou Max Russi (Podemos), atual presidente da Assembleia Legislativa, que recebeu 84.025 votos.

Gilberto Cattani (PL) somou 67.975 votos, enquanto Samantha do Abílio (PL) alcançou 57.189. Na sequência aparecem Ulysses Moraes (Podemos), com 54.842 votos, e Dr. João (MDB), com 54.502.

Entre os mais votados também estão Beto Dois a Um (Podemos), que recebeu 53.540 votos; Dilmar Dal Bosco (União), com 53.137; Alessandra Ferreira (Podemos), com 50.374; e Léo Bortolin (MDB), que terminou a disputa com 49.623 votos.

Apesar da classificação individual, o número de votos de cada candidato não determina sozinho a eleição para deputado estadual. O preenchimento das vagas considera as regras do sistema proporcional e o desempenho das legendas e federações.

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Nesse cenário, o Podemos garantiu seis cadeiras e formará a maior bancada da próxima legislatura. PL e Republicanos conquistaram quatro vagas cada, enquanto o MDB ficou com três.

As federações União Progressista, Brasil da Esperança e PSDB Cidadania conquistaram duas cadeiras cada. O PSD completou a composição partidária apresentada no resultado, com uma vaga.

A nova configuração da Assembleia mostra uma distribuição das 24 cadeiras entre diferentes grupos políticos, mas coloca o Podemos em posição de destaque no Legislativo estadual a partir do próximo mandato.

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POLÍTICA MT

Roveri conquista vaga na Câmara Federal; cinco ex-secretários ficam fora das urnas em MT

Ex-chefe da Segurança Pública recebeu 47.195 votos; Gilberto Figueiredo, Allan Porto, Allan Kardec e Fernando Japidinho não conseguiram se eleger, enquanto Coronel Grasi integrava chapa derrotada ao Senado

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Dos ex-secretários que deixaram cargos nas administrações estadual e municipal para participar das eleições de 2026 em Mato Grosso, apenas César Augusto Roveri (Podemos) conseguiu conquistar um mandato. Ex-secretário de Segurança Pública, ele foi eleito deputado federal com 47.195 votos.

Roveri comandou a Secretaria de Estado de Segurança Pública entre janeiro de 2023 e abril de 2026, durante o segundo mandato de Mauro Mendes (União Brasil), que também disputou as eleições deste ano e foi eleito senador.

Entre os nomes que não conseguiram uma vaga está o ex-secretário estadual de Saúde Gilberto Figueiredo (Republicanos). Candidato à Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), ele recebeu 10.803 votos. Em 2022, havia obtido 28.248 votos.

Allan Porto (Republicanos), que estreou nas urnas, somou 24.742 votos na disputa por uma cadeira de deputado estadual e ficou na suplência. Durante a campanha, o ex-secretário foi alvo de investigação do Ministério Público Eleitoral por suposto uso da estrutura pública de escolas em benefício de sua candidatura.

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Outro ex-integrante do Governo do Estado que não conseguiu se eleger foi Allan Kardec (Podemos). À frente da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) entre 2023 e março deste ano, ele recebeu 15.353 votos na tentativa de retornar à Assembleia Legislativa. Em 2022, quando concorreu à Câmara Federal, Kardec havia alcançado 43.309 votos.

Na esfera municipal, Fernando Japidinho (Republicanos) deixou a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Agricultura de Cuiabá, na gestão do prefeito Abilio Brunini (PL), para disputar uma cadeira de deputado federal. Ele recebeu 4.823 votos e não foi eleito.

A lista inclui ainda a Coronel Grasi (Republicanos), ex-secretária estadual de Assistência Social e Cidadania (Setasc), cargo que ocupou entre janeiro de 2023 e junho de 2025. Ela participou da eleição como segunda suplente na chapa de Margareth Buzetti (PP) ao Senado.

Buzetti recebeu 65.559 votos, equivalentes a 1,83% dos votos, mas não conquistou uma das vagas. Com a derrota da chapa, Coronel Grasi também ficou fora do Senado.

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