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Paulo Araújo apresenta indicações que buscam beneficiar Cuiabá, VG e Poconé

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Paulo Araújo (Progressista), na sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), na quarta-feira (9), apresentou três indicações que visam contemplar os moradores das cidades de Poconé, Várzea Grande e Cuiabá.  “Sabemos das dificuldades que os municípios da baixada cuiabana enfrentam em diversas áreas, por isso, apresentamos as proposituras”, disse Paulo Araújo.

Paulo Araújo indicou (n° 162/22) ao diretor da empresa Energisa, a necessidade de viabilizar a limpeza e conservação da área localizada sob a linha de transmissão de energia do bairro Santa Terezinha, em Cuiabá. A área encontra-se sem conservação, já que a vegetação esta alta, podendo ocasionar incêndios e colocando em risco a população da região.

A resolução normativa da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) destaca a importância da inspeção das linhas de transmissão e a inspeção de rotina que deve ser realizada no mínimo a cada doze meses, lembrando ainda, que nas inspeções deve ser verificado o estado geral da linha de transmissão à situação das estatais e a integridade dos cabos condutores e para raios, a estabilidade das estruturas a integridade das cadeias de isoladores e a situação dos acessos às estruturas, a proximidade da vegetação aos cabos e a existência de vegetação que coloque em risco a operação da linha de transmissão.

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O deputado indicou (n° 172/22) ao prefeito de Várzea Grande, com cópia ao secretario municipal de Obras Públicas, a necessidade de realização de serviço para instalação de manilha e construção de calçada sobre o córrego localizado na Rua Ary Paes Barreto, no bairro Manga.

Uma última indicação de n° 7116/21, encaminhada ao governador Mauro Mendes (Aliança pelo Brasil) com cópia ao secretário de Estado de Infraestrutura e Logística Marcelo de Oliveira, acerca da necessidade de viabilização de recursos para restauração do canteiro central, localizado na via principal que dá acesso aos bairros Cidade Rosa à Cohab Nova, no município de Poconé (localizado 102 km de Cuiabá). A demanda se justifica em vista que o referido canteiro encontra-se em péssimas condições e isso dificulta a vida dos moradores da região que por ali transitam diariamente.

Fonte: ALMT

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Janaína Riva diz que MDB não fará “patrulhamento” sobre aliados em palanques

Candidata ao Senado diz que orientação do MDB é apenas para que integrantes da sigla não peçam votos para candidatos de fora da coligação e defende liberdade para participar de eventos políticos

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A candidata ao Senado Janaína Riva (MDB) rejeitou a postura adotada pelo PL contra prefeitos e lideranças que participam de palanques considerados adversários dentro da própria aliança. Em declaração nesta quarta-feira (9), a emedebista afirmou que o MDB não pretende adotar o mesmo tipo de controle sobre seus filiados e aliados.

Segundo Janaína, deputados e integrantes do MDB têm liberdade para participar de eventos políticos de diferentes grupos, desde que não façam campanha ou peçam votos para candidatos ao Senado ou ao Governo que estejam fora da coligação. Ela afirmou que não existe, neste momento, qualquer problema interno no partido relacionado à participação dos parlamentares em outros palanques.

“Não houve nenhuma deliberação sobre o assunto. O que nós estamos pedindo a eles é que não façam pedido de voto para candidatos que não estejam na coligação”, declarou.

A posição ganha destaque porque Janaína integra a coligação “Coração da Gente”, formada por MDB, PL, Novo e Federação Renovação Solidária. O grupo tem Wellington Fagundes como candidato ao Governo e José Medeiros como outro nome na disputa pelo Senado. Apesar disso, Janaína afirmou que não pretende pedir votos para Medeiros, uma vez que também disputa uma das vagas ao Senado.

A declaração ocorre em meio a uma crise interna no PL. Nas últimas semanas, prefeitos filiados à legenda passaram a enfrentar pressão após manifestarem apoio à candidatura de Otaviano Pivetta (Republicanos), adversário de Wellington Fagundes na disputa pelo Governo de Mato Grosso.

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Entre os gestores que declararam apoio a Pivetta estão Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, Flávia Moretti, de Várzea Grande, e Sérgio Machnic, de Primavera do Leste. A direção estadual do PL abriu procedimentos por infidelidade partidária contra prefeitos que apoiaram o republicano, com possibilidade de expulsão. Em alguns municípios, aliados dos gestores também perderam espaço nas estruturas partidárias locais.

O presidente estadual do PL, Ananias Filho, chegou a afirmar que os casos estavam sob análise jurídica.

Janaína, por sua vez, disse que o MDB não pretende exercer esse tipo de controle sobre seus quadros. Questionada sobre uma eventual liberação formal para que integrantes do partido participem de diferentes palanques, afirmou que não houve necessidade de uma autorização específica.

A emedebista também lembrou que ela própria já participou de eventos políticos ao lado de diferentes candidatos. Segundo Janaína, não seria coerente exigir dos deputados do partido uma postura diferente.

“Estar em palanques diferentes, como disse aqui agora há pouco, eu mesma já estive em vários palanques. Não tem como eu exigir o contrário dos meus deputados como presidente”, afirmou.

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A própria candidata também se tornou alvo de críticas dentro do PL após aparecer em eventos ao lado de outros candidatos ao Senado. Janaína negou ter pedido votos para Carlos Fávaro (PSD) e afirmou que já esteve em palanques com Pedro Taques, Mauro Mendes e o próprio Fávaro.

“Vocês não vão encontrar meu pedido de voto para nenhum outro candidato a senador que não seja eu mesma. Obviamente que estarei em vários palanques. Eu trato todos com respeito”, disse.

Janaína atribuiu parte das críticas à disputa pelas duas vagas ao Senado. Para ela, o cenário eleitoral faz com que candidatos passem a enxergar uns aos outros como adversários prioritários.

“É uma eleição de dois votos, então existe hoje contra mim um movimento de vários candidatos a senador que acham que sou a adversária a ser combatida”, afirmou.

Enquanto o MDB adota um discurso de maior liberdade para seus integrantes, o PL enfrenta uma disputa interna provocada pelo apoio de parte de seus prefeitos à candidatura de Pivetta. A divergência expõe as dificuldades dos partidos em manter unidade política em um cenário no qual alianças locais e interesses eleitorais nem sempre acompanham as orientações das direções estaduais.

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