POLÍTICA MT

Moradores pedem apoio de Wilson Santos para estadualização da estrada do Rio dos Couros

Foto: ROBSON FRAGA

O deputado Wilson Santos (PSD) recebeu na manhã desta quinta-feira (30), uma comissão formada por moradores de comunidades rurais da região do Pedra 90. Eles buscam apoio para pavimentação da estrada “Rio dos Couros”. São 45 km de chão que “cortam” comunidades como Aricazinho, Água Limpa, Rio dos Couros, Assentamento 21 de Abril, Raizama e Formosa, além do bairro Pedra 90, até à BR-163/364, onde vivem aproximadamente 1.500 famílias.

A comissão também pediu informações sobre o andamento do Projeto de Lei 133/2021, de autoria do parlamentar, que sugere a estadualização da rodovia. 

“Investir em asfalto é também investir em saúde. A reivindicação é justa e surge num momento em que o várias estradas rurais do estado tem recebido este serviço. A estadualização foi aprovada pela Casa de Leis, mas o governador Mauro Mendes vetou o projeto. Estamos trabalhando para convencer o governador para que a inciativa parta do Executivo. Caso isso não ocorra, vamos reapresentar o projeto visto a importância desta obra. Podem contar com o meu apoio”, disse Wilson Santos.

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Fonte: ALMT

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POLÍTICA MT

TJMT concede mais 60 dias para Emanuel Pinheiro negociar acordo em ação da Operação Déjà Vu

Desembargador Rui Ramos Ribeiro autorizou prorrogação do prazo para conclusão de Acordo de Não Persecução Penal com o Ministério Público Estadual

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), autorizou a prorrogação por mais 60 dias do prazo para que o ex-prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (PSD), e outros investigados concluam as negociações de um Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) no âmbito da Operação Déjà Vu.

O pedido foi apresentado pelo Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), sob a justificativa de que as tratativas para o encerramento da ação penal ainda seguem em andamento.

A investigação é resultado da Operação Déjà Vu, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) em 2018. O inquérito apura um suposto esquema de desvio de recursos públicos na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) entre os anos de 2012 e 2015.

Segundo as investigações do Ministério Público, parlamentares utilizavam notas fiscais consideradas “frias”, emitidas por empresas de fachada, para justificar o recebimento irregular de verbas indenizatórias.

No caso de Emanuel Pinheiro, o MPE aponta a existência de 13 notas fiscais que somariam aproximadamente R$ 91,7 mil em despesas supostamente fictícias.

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As investigações também envolveram outros nomes conhecidos da política mato-grossense, como os ex-deputados estaduais José Riva e Zeca Viana, além de empresários e servidores suspeitos de participação no esquema.

Ao aceitar a dilação do prazo, o magistrado considerou existir possibilidade concreta de formalização do acordo com os investigados remanescentes. O entendimento pode evitar o prosseguimento da ação penal, desde que sejam cumpridas condições estabelecidas pelo Ministério Público, como eventual ressarcimento de danos e confissão dos fatos investigados.

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