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Festival gospel “Celebra Cuiabá” será realizado no Parque Tia Nair em outubro

O deputado Thiago Silva (MDB), que preside a Frente Parlamentar Evangélica da Assembleia Legislativa (ALMT), anunciou nesta quarta-feira (24) a primeira edição do festival “Celebra Cuiabá”. A iniciativa será realizada por meio de emenda parlamentar e conta com o apoio do Governo do Estado, da Assembleia Legislativa e de igrejas de diversas denominações.

O evento, que tem como atração principal o cantor gospel Fernandinho, será realizado no dia 11 de outubro (sábado), a partir das 19h, no Parque Tia Nair. A entrada é gratuita para toda a população.

O deputado Thiago Silva destacou a importância e o objetivo do festival que trará um momento de fé e adoração. “Estamos trabalhando para promover a fé cristão em todos os rincões do estado, fortalecendo as Marchas para Jesus e eventos gospel, e é claro que Cuiabá não poderia ficar de fora. Vamos trazer com o apoio do Governo, um dos nomes mais pedidos do segmento gospel, o cantor Fernandinho, e teremos uma grandiosa noite de louvores”, afirmou o deputado.

O Celebra Cuiabá deverá reunir milhares de fiéis de toda a região, inclusive com a vinda de caravanas de igrejas. Para garantir o conforto e a segurança do público, o evento contará com tendas e barracas no setor de alimentação, além de banheiro químico, e todo o suporte da Polícia Militar e instituições de segurança.

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Atração nacional – Com 24 anos de carreira, mais de 5 milhões de seguidores no Instagram e no Spotify e 6 milhões de inscritos no Youtube, Fernandinho é pastor e um dos cantores gospel mais consolidados do país e da América Latina. Em 2023, ele foi indicado ao Grammy Latino pela primeira vez em sua carreira com o álbum Único e em 2024, e também foi indicado em três categorias do troféu Gerando Salvação, na categoria Videoclipe com a música Único, como “Cantor do Ano” e “Música do Ano” com a mesma música. “Único”, “Galileu”, “Uma Nova História”, “Santo pra Sempre” e “Grandes Coisas”, são as principais músicas do cantor.

Serviço

Evento: Celebra Cuiabá com show de Fernandinho e cantores regionais

Data: 11 de outubro de 2025 (sábado)

Horário: A partir das 19h

Local: Parque Tia Nair, Cuiabá-MT

Entrada: Gratuita

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

No Dia do Trabalhador, Gisela Simona destaca o cuidado como eixo da desigualdade de gênero

Na diretoria-executiva do União Mulher, em Mato Grosso, Gisela Simona traz para o centro do debate neste 1º de maio, alguns desafios enfrentados por milhares de brasileiras diariamente: a disparidade salarial e a dupla jornada. Assim, muito embora haja avanços na contratação feminina, a consolidação da equidade ainda enfrenta desafios significativos.

Coautora da Política Nacional de Cuidados (Lei nº 15.069/2024), Gisela defende que é necessário reconhecer o trabalho não remunerado, exercido majoritariamente por mulheres. E que qualquer discussão séria sobre valorização do trabalho precisa passar por esta ação secularmente invisibilizada, mas que ancora milhões de lares no país.

E a partir dessa lente, o Dia do Trabalhador deixa de ser apenas uma data simbólica e passa a expor uma contradição: pois enquanto o país avança na ampliação da presença feminina no mercado formal, continuam intactas as estruturas que a penalizam.

Com 33 meses de atuação na Câmara Federal, somados à experiência como advogada, servidora pública e dirigente partidária em Mato Grosso, Gisela aponta que a desigualdade de gênero segue operando de forma silenciosa, mas constante, seja na diferença salarial, na dificuldade de ascensão profissional ou na sobrecarga cotidiana.

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“Não podemos naturalizar que mulheres trabalhem mais e recebam menos. Tampouco aceitar que a responsabilidade pelo cuidado continue sendo tratada como uma obrigação individual e não como uma pauta pública”.

Dados recentes reforçam esse cenário ao revelar que as mulheres continuam concentradas em áreas historicamente menos valorizadas e, mesmo quando ocupam as mesmas funções que os homens, enfrentam remuneração inferior e menor reconhecimento. A chamada dupla jornada – trabalho formal somado às tarefas domésticas – permanece, igualmente, como uma das expressões mais evidentes dessa desigualdade.

E nesse contexto, o debate se amplia mais ao inserir a maternidade, ainda hoje observada como um fator de desequilíbrio no percurso profissional feminino. Pois a necessidade de conciliar trabalho e cuidado impacta claramente na renda, na progressão de carreira e nas oportunidades, desvelando limites concretos das políticas existentes.

Desta forma, para Gisela, embora haja avanços e medidas voltadas à igualdade salarial, a ausência de fiscalização efetiva e transparência ainda impedem mudanças estruturais. “O Brasil já reconhece parte do problema, mas ainda executa pouco. E sem ações concretas, direitos seguem sendo promessa”, afirma.

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A parlamentar, que ganhou projeção nacional ao relatar o Pacote Antifeminicídio, também reforça a conexão entre autonomia econômica e segurança. Para ela, não há como dissociar a independência financeira da proteção das mulheres. “A autonomia econômica é um dos caminhos mais concretos para romper ciclos de violência. Mas isso exige que o Estado atue de forma integrada, garantindo não só acesso ao trabalho, mas condições reais de permanência e segurança”, pontua.

Desta forma, a leitura que emerge desse 1º de maio é direta: para milhões de brasileiras trabalhar não é apenas produzir renda, é sustentar vidas, equilibrar ausências do Estado e, muitas vezes, garantir a própria sobrevivência.

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