POLÍTICA MT
Faissal destaca importância da energia solar para o agro e pede mais segurança jurídica para o setor
O deputado estadual Faissal Calil participou, na tarde desta quinta-feira (28), de um debate sobre energia e agronegócio, durante o LIDE AGRO na GreenFarm 2026. Considerada uma das maiores feiras do setor do campo e da sustentabilidade no Centro-Oeste, o evento está sendo realizada no Parque Novo Mato Grosso, em Cuiabá. No encontro, o parlamentar destacou a importância da energia solar e da necessidade de trazer segurança jurídica para seus usuários.
Faissal destacou que a ALMT apoia os produtores rurais e os trabalhadores do campo, mas destacou que apenas o parlamento estadual não é suficiente para lutar contra a tributação do setor de energia solar. O deputado estadual explicou que interpretações errôneas feitas pelo Governo do Estado para ‘taxar o sol’ contribuíram para que, ao invés de incentivar a chegada de indústrias em Mato Grosso, acabou as afastando.
O deputado estadual destacou que é fundamental que o Governo do Estado apoie o agronegócio e trabalhe com políticas públicas para valorizar o setor. Faissal ressaltou que é necessário dialogar e buscar soluções para resolver dilemas como a tributação da energia solar e a importância de se ter representantes que trabalhem para o fortalecimento do campo, principalmente dando mais segurança a quem investe em energia limpa.
“Quem usa e empreende com energia solar, todo dia tem um novo desafio. Recentemente, a distribuidora de energia publicou uma nova interna para que qualquer usina fotovoltaica acima de 10 KVA precisará apresentar um orçamento, se não, não será aprovada junto à concessionária. As dificuldades em relação à segurança jurídica do setor são diárias. São interesses escusos que tentam acabar com a energia solar”, afirmou Faissal.
POLÍTICA MT
Justiça manda Taques retirar postagens com acusações falsas contra Mauro e Fábio
Ex-procurador foi alvo de três decisões judiciais por mentir sobre adversários
O juiz Pérsio Landim, do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), determinou que o ex-procurador Pedro Taques (PSB) remova, em até 24 horas, várias publicações feitas em suas redes sociais, nas quais mentiu imputando crimes ao ex-governador Mauro Mendes (União) e ao deputado federal Fábio Garcia (União).
A decisão é desta quarta-feira (28/05), e foi dada em três ações judiciais diferentes. Caso Taques descumpra a decisão, terá que pagar multa diária de R$ 5 mil. Tanto Taques quanto Mauro são pré-candidatos ao Senado.
Nas ações, impetradas pelo União Brasil por meio do advogado Rodrigo Cyrineu, foi relatado que Taques postou conteúdos de entrevistas nos quais atribui crimes a Mauro, “imputando-lhe práticas de roubo e corrupção, além de afirmar que o chefe do Executivo estadual ou membros de sua família seriam presos”. Já Fábio Garcia foi acusado por Taques – sem nenhuma prova – de desviar recursos públicos e integrar uma organização criminosa.
Para o juiz Pérsio Landim, as postagens estão em desacordo com a lei, pois caracterizam propaganda eleitoral antecipada negativa, por meio da “desqualificação da honra e da imagem do pré-candidato e a divulgação de fato sabidamente inverídico”.
Além disso, conforme o magistrado, os conteúdos ilícitos também estavam sendo impulsionados para alcançar mais pessoas.
“O impulsionamento pago, por sua própria essência, potencializa artificialmente o alcance das publicações, expondo-as a um número significativo de usuários de forma algoritmicamente direcionada e remunerada. Enquanto os anúncios permanecerem ativos, seus efeitos sobre a percepção do eleitorado acerca da honra e da imagem do filiado da representante continuam a se propagar e a se sedimentar, tornando inevitável o agravamento progressivo do dano”, registrou.
O magistrado ainda destacou que Taques tem sido reincidente na prática, uma vez que decisões anteriores da Justiça Eleitoral já o proibiram de veicular conteúdos semelhantes contra seus adversários.
“Não se está, neste momento, diante de crítica política genérica ou de mero dissenso retórico; o que se extrai, em juízo de delibação, é a persistência de uma estratégia comunicacional voltada à repetição de conteúdo já anteriormente proscrito, com renovada difusão em ambiente digital”, completou.
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