POLÍTICA MT
Dr. João visita obras do novo Hospital Júlio Müller e propõe doação de equipamentos para o interior
Nesta segunda-feira (26), o primeiro-secretário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Dr. João (MDB), visitou as obras do novo Hospital Universitário Júlio Müller, localizado no km 16 da MT-040, entre Cuiabá e Santo Antônio de Leverger. Com 82% de conclusão e previsão de entrega para dezembro de 2025, o empreendimento, que abrange 58,5 mil metros quadrados em um terreno de 147 hectares, impressionou o parlamentar pela sua grandiosidade e potencial transformador.
“Estou encantado. É espaçoso, grandioso. Só andando por aqui vemos o tamanho desta unidade. Será um centro fantástico para a medicina e a saúde pública de Mato Grosso”, declarou.
Durante a visita, o deputado, que é médico nefrologista com experiência em saúde pública, destacou a relevância do hospital como referência em atendimento e formação de profissionais, com previsão de reduzir em até 20% a fila de atendimento no Sistema Único de Sapude (SUS) no estado.
O projeto, uma parceria entre a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), conta com investimento de R$ 221,1 milhões. A estrutura inclui oito blocos, 228 leitos de internação, 68 leitos de repouso, 63 leitos de UTI, 12 centros cirúrgicos, 85 consultórios e áreas de suporte, como banco de sangue e triagem. “Teremos um centro de ensino e pesquisa maravilhoso, com UTIs adulto e pediátricas, além de várias especialidades. Vai melhorar muito a questão da fila de espera”, afirmou.
Dr. João propôs que os equipamentos em bom estado do atual Hospital Júlio Müller sejam doados para unidades hospitalares dos municípios do interior. “Dei a ideia de repassar equipamentos mais antigos, que não estejam obsoletos e em bom funcionamento, para cidades-polo onde há carência. Isso fortalecerá a saúde no interior”, sugeriu.
A proposta visa otimizar recursos, considerando que a nova unidade, gerida pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), demandará novos equipamentos e mobiliário. “Precisaremos de emendas federais e estaduais, além do apoio de todos os Poderes do estado para mobiliar essa unidade”, reforçou.
A obra, iniciada em 2012 pelo Consórcio Normandia, enfrentou paralisações após apenas 9% de execução, com rescisão do contrato em 2014. Retomada em 2021 pelo Consórcio JL-MBM, a construção avançou, empregando mais de 350 trabalhadores, com vagas para outros 100. “Vi mais de 350 colaboradores trabalhando aqui, e há espaço para mais. Esse hospital será extremamente humanizado, com tecnologia de ponta, inclusive inteligência artificial para melhorar a gestão”, destacou Dr. João, entusiasmado.
A previsão é de que a mudança completa para o novo local aconteça de dois a três anos após a entrega. “Estou extremamente feliz com o que vi. Esse projeto é um marco para nossa saúde pública”, concluiu o deputado.
A visita também contou com a presença do deputado estadual Lúdio Cabral (PT) e do promotor de Justiça, Milton Mattos da Silveira Neto, titular da 7ª Promotoria de Justiça Cível da Capital – Defesa da Cidadania (Saúde).
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA MT
Governo pede aprovação de projeto emergencial para conter alta do combustível
O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), entregou na manhã desta terça-feira (28), ao presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), mensagem acompanhada de projeto de lei que autoriza o estado a aderir à cooperação financeira com a União, nos termos da Medida Provisória nº 1.349, de 7 de abril de 2026, que instituiu o Regime Emergencial de Abastecimento Interno de Combustíveis.
A proposta tem como objetivo permitir a concessão de subvenção econômica ao óleo diesel, como forma de reduzir os custos do combustível e minimizar os impactos no transporte e na produção. Além disso, o projeto prevê a extensão de tratamento previsto na Lei nº 7.263, de 27 de março de 2000, incluindo o congelamento do valor da Unidade Padrão Fiscal de Mato Grosso (UPF/MT) até 31 de dezembro de 2026, para fins de recolhimento das contribuições ao Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).
O governador explicou que as medidas representam redução de tributos e renúncia de receitas por parte do Estado. Segundo ele, Mato Grosso deverá aportar aproximadamente R$ 150 milhões para subsidiar o óleo diesel e cerca de R$ 350 milhões com o congelamento do Fethab, totalizando uma redução de impostos estimada em torno de R$ 0,5 bilhão neste ano.
“O que nós estamos fazendo hoje é diminuir a carga tributária. Sempre que nós pudermos diminuir o peso do Estado sobre o cidadão mato-grossense, nós faremos isso com muita alegria”, afirmou Pivetta.
O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi, informou que o projeto será submetido à apreciação dos parlamentares já na sessão ordinária desta quarta-feira (29), com possibilidade de votação em regime de urgência.
Foto: Ronaldo Mazza
“Amanhã vamos fazer a leitura em plenário e, se houver consenso entre os deputados, buscar a votação. O governador pediu urgência porque quer uma resposta rápida. Vamos dialogar com os parlamentares para agilizar a tramitação, pois se trata de um projeto importante para Mato Grosso, com impacto direto na diminuição de impostos para o cidadão”, destacou o parlamentar.
O governador destacou ainda que a medida busca evitar o aumento do preço do combustível e reduzir os impactos nos custos do transporte e da produção. Ele explicou que a diminuição do preço ao consumidor dependerá das distribuidoras, que são as responsáveis por receber os subsídios, e que órgãos de controle poderão atuar caso haja irregularidades.
De acordo com o documento encaminhado ao Legislativo, a União instituiu o regime emergencial para atenuar os efeitos da volatilidade dos preços decorrentes de conflitos geopolíticos e garantir o abastecimento nacional de combustíveis. Nessa disposição, a participação de Mato Grosso corresponde a 6,12% da contribuição conjunta dos estados e do Distrito Federal, perfazendo o limite de R$ 122.400.000 (cento e vinte e dois milhões e quatrocentos mil reais).
O projeto foi encaminhado com pedido de urgência, diante da necessidade de aplicação rápida das medidas para reduzir custos e evitar impactos econômicos no estado.
Fonte: ALMT – MT
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