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Cantora Renata Crizanto apresenta show autoral no Teatro Zulmira nesta sexta

A cantora e compositora Renata Crizanto, de Alta Floresta, estreia nesta sexta-feira (3), um show inédito com repertório autoral eclético. Será no Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, às 20h, e a entrada é um brinquedo novo ou usado em bom estado.

A apresentação desta sexta-feira é a primeira do projeto Canto-Transição, de Renata Crizanto. O segundo show será na cidade natal da artista, Alta Floresta, em 17 de maio, também às 20h, no Teatro Agostinho Bizinoto. Lá, a entrada é gratuita.

Renata atua na chamada ‘nova MPB’ e suas composições têm letras e melodias com influências diversas, com repertório que vai do pop à guarania (estilo musical de origem paraguaia). A cantora produziu um espetáculo que deve emocionar e surpreender a plateia com letras e melodias envolventes.

“É a concretização de um sonho poder levar e mostrar a minha música a duas cidades que fazem parte da minha história. Eu já morei em Cuiabá e fiz parcerias musicais na cidade. Retornar com um show autoral e em uma casa tão conceituada é incrível e me enche de esperança. Eu me sinto muito honrada de poder refletir sobre essa dicotomia de orbitar em tantos espaços e poder oferecer a minha música ao público!”, exclama a anfitriã.

Dani Paula Oliveira, superintendente da Assembleia Social e diretora do Teatro Zulmira, destaca a importância de abrir as portas do espaço cultural para o projeto. “A produção cultural mato-grossense é muito rica e é importante sempre apresentar o que temos em cada canto deste Estado. Renata Crizanto desenvolveu um trabalho lindo e potente com toda a pluralidade da música brasileira produzida em Mato Grosso. Esperamos todos vocês para curtirmos, juntos, Canto-Transição”. 

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Os shows foram contemplados pelo edital Viver Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel/MT), com apoio da Assembleia Social, do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros e da Secretaria Municipal de Cultura e Juventude de Alta Floresta.

Oficinas em Alta Floresta – Para os interessados em produção musical, serão ministradas oficinas aos jovens e adultos de Alta Floresta. No dia 18 de maio, a partir das 14h horas, no Centro Cultural – Praça da Cultura, será ministrada uma oficina de baixo com Paulinho Nascimento, uma oficina de produção cultural com Alessandra Grandini e uma oficina sobre as etapas de produção musical com a própria Renata Crizanto.

Sobre a cantora e compositora – Filha de migrantes nordestinos, Renata Crizanto nasceu em Alta Floresta, interior de Mato Grosso, a 840km da capital Cuiabá. De família muito musical, acompanhou alguns de seus familiares que já se apresentam profissionalmente há vários anos. Seus tios participavam da Folia de Reis e puxavam a festa no interior da Bahia e também fabricavam instrumentos musicais. Além disso, uma sobrinha e um irmão já fazem da música a principal fonte de renda. 

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Agora é a vez da Renata investir tempo e dedicação na carreira autoral, algo que almeja desde a adolescência, mas que ainda não tinha investido por falta de recursos financeiros.

Quando morou em Cuiabá, entre 2017 e 2019, para fazer o seu Mestrado em Antropologia Social, Renata se apresentou em vários lugares da cidade, como o Trigoria e a choperia do Sesc Arsenal. 

Streaming – Mesmo vivendo a música de forma autodidata desde a infância, foi somente em 2020 que Renata gravou sua primeira canção autoral, disponível em todas as plataformas de streaming, entre elas, o Spotify (https://open.spotify.com/intl-pt/artist/2xa59NQdNg685JqKB0BM5U).

Serviço: 

Show Canto-Transição, por Renata Crizanto 

Agenda de apresentações:

Data: Sexta-feira (3), às 20h

Local: Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Entrada: 1 brinquedo novo ou em bom estado de conservação

Data: 17 de maio, às 20h

Local: Teatro Agostinho Bizinoto, na Praça do Avião, em Alta Floresta

Entrada gratuita

Mais informações: (66) 99224-4918

* Com assessoria


Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Telefone: (65) 3313-6876


Fonte: ALMT – MT

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Gisela leva trajetória de defesa do consumidor, protagonismo nacional na proteção às mulheres para a campanha de Pivetta 

Confirmada à compor a chapa ao Governo de Mato Grosso, Gisela Simona chega à disputa levando uma trajetória construída na administração pública, na defesa dos direitos do consumidor e em quase três anos de atuação na Câmara dos Deputados, período em que ganhou projeção nacional ao assumir a relatoria de algumas das principais matérias relacionadas à proteção das mulheres e à defesa dos consumidores.

Cuiabana, advogada formada pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), especialista em Direito do Consumidor e servidora pública estadual de carreira, Gisela iniciou sua atuação no Procon de Mato Grosso em 2001 como conciliadora de defesa do consumidor. Ao longo de mais de duas décadas transformou-se em uma das vozes mais conhecidas da proteção do consumidor no Estado, ainda hoje conhecida pela população como “Gisela do Procon”.

Foi justamente essa trajetória técnica que a levou à política institucional. Em julho de 2023 assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados, onde permaneceu por 33 meses. Nesse período integrou algumas das comissões mais estratégicas da Casa, entre elas a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), considerada a mais importante do Parlamento, além das comissões de Defesa do Consumidor e de Defesa dos Direitos da Mulher.

Seu desempenho também a levou a ocupar espaços relevantes na estrutura política da Câmara. Tornou-se líder da bancada feminina do União Brasil e, posteriormente, vice-líder do maior bloco parlamentar da Casa, integrado por oito partidos e 363 deputados. Paralelamente, assumiu a presidência do União Brasil em Cuiabá, ampliando sua participação na articulação política da legenda em Mato Grosso.

Entre as principais marcas de sua atuação parlamentar está a relatoria do chamado Pacote Antifeminicídio, aprovado pelo Congresso Nacional em setembro de 2024 e transformado em lei no mês seguinte. A nova legislação endureceu significativamente a resposta penal aos crimes contra mulheres, elevando a pena do feminicídio para até 40 anos de prisão, hoje a mais alta prevista no Código Penal brasileiro.

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Ao longo do mandato, Gisela concentrou sua atuação em três grandes eixos: defesa do consumidor, proteção das mulheres e enfrentamento às novas formas de violência econômica e digital.

Na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que investigou as fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), apresentou propostas destinadas a ampliar a proteção de aposentados e pensionistas atingidos pelos golpes e defendeu mecanismos de compensação às vítimas.

Também apresentou projeto de lei propondo a extinção do cartão de crédito consignado, modalidade que considera responsável por grande parte do superendividamento de aposentados e pensionistas. Em outra frente, protocolou proposta proibindo operações de crédito em nome de crianças e adolescentes após sucessivos casos de utilização indevida de centenas de milhares de CPFs de menores por instituições financeiras.

Outra pauta que ganhou repercussão nacional foi sua atuação contra abusos praticados por companhias aéreas. Em audiências públicas e pronunciamentos na Câmara, criticou a suspensão nacional dos processos judiciais envolvendo atrasos e cancelamentos de voos, determinada durante a discussão da matéria no Supremo Tribunal Federal, defendendo que o consumidor não poderia ser penalizado pela demora na definição de um entendimento jurídico.

Também se tornou uma das parlamentares que mais vocalizaram os impactos sociais das apostas esportivas digitais. Mesmo tendo se posicionado contrariamente à expansão desse mercado, apresentou propostas para responsabilizar empresas e influenciadores que promovem plataformas de apostas e defendeu regras mais rigorosas para publicidade e proteção dos consumidores.

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Ainda na pauta da proteção às mulheres, relatou o projeto que resultou na regulamentação nacional do porte e da comercialização do spray de pimenta para defesa pessoal feminina, sancionado em 2026, classificando a medida como um importante instrumento de autonomia e proteção para mulheres em situação de risco.

Também relatou o projeto que deu origem à Lei nº 15.423, tornando obrigatória a veiculação diária, no programa A Voz do Brasil, de informações sobre os serviços da rede nacional de enfrentamento à violência contra a mulher, ampliando a divulgação dos canais públicos de acolhimento e proteção.

Durante os recessos parlamentares criou o projeto “Gisela na Estrada”, iniciativa que percorreu milhares de quilômetros por Mato Grosso, visitando municípios de diferentes regiões para ouvir demandas locais, acompanhar obras e fortalecer a interlocução com lideranças comunitárias.

No exercício do mandato registrou presença integral nas sessões deliberativas da Câmara dos Deputados, mantendo índice de 100% de comparecimento em plenário, desempenho frequentemente citado como um dos indicadores de sua atuação parlamentar.

Mulher negra, oriunda do serviço público e sem tradição familiar na política, Gisela construiu sua trajetória eleitoral associando sua imagem à defesa do cidadão comum. Sua atuação passou a reunir temas como proteção do consumidor, combate à violência contra as mulheres, igualdade racial, fiscalização do poder público e atualização da legislação diante dos desafios impostos pela economia digital.

Homologada para disputar novo mandato, seu nome também passou a ser cogitado em diferentes momentos para compor uma chapa majoritária ao Governo de Mato Grosso, refletindo a projeção política construída durante sua passagem pelo Congresso Nacional e sua crescente inserção no cenário político estadual.

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