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ALMT celebra Dia Internacional da Mulher nesta segunda-feira (07)


Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Eduardo Botelho (União Brasil) e a deputada Janaina Riva (MDB) realizam, na próxima segunda-feira (07), sessão solene em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, às 19 horas, no Teatro Zulmira Canavarros, na ALMT. Oportunidade em que homenagearão personalidades que atuam em defesa da mulher com Moção de Aplauso. 

As comemorações seguem no dia 08, às 8h30, com café da manhã para as servidoras do Poder Legislativo. E, às 9 horas, abertura de exposição alusiva ao dia da mulher. Já a partir do dia 09, até o final deste mês, a Casa de Leis vai oferecer um ciclo de palestras, oficinas e atendimento psicológico nas comunidades, bairros e municípios da Baixada Cuiabana, numa parceria da Assembleia Social e entidades filantrópicas que trabalham no combate à violência doméstica e cursos de capacitação para a inserção da mulher vítima de violência no mercado de trabalho. Uma delas é a Ampara Elas, associação de apoio jurídico e psicológico para mulheres @amparaelas. 

Botelho, que faz aniversário no Dia Internacional da Mulher, diz que se sente privilegiado com a data especial e tem envidado esforços para garantir os direitos da mulher e ajudar no combate à violência doméstica em Mato Grosso. Ele é autor da Lei 10.580/2017 que institui a Política Estadual de Qualificação Técnica e Profissional às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Familiar em Mato Grosso, ação que dá condições à vítima de seguir a vida, cuidar dos filhos, dando um basta à rotina de violência sofrida antes. 

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Botelho é autor da Lei 10.902/2019, que dispõe sobre a instituição do Programa Feira da Mulher do Campo, para promover a inclusão e a valorização da mulher rural, através da comercialização e divulgação dos produtos oriundos da Agricultura Familiar, fomentando a economia local, garantindo emprego e renda para as trabalhadoras. 

Outra iniciativa de Botelho é a Lei 10.676/2018 que torna obrigatório que todos os hospitais e maternidades, públicas e privadas, tenham sala adequada para a realização de parto natural ou humanizado. É dele também a Lei 10.970/2019 que institui a implantação de cursos à mulher gestante sobre cuidados e atendimentos emergenciais às crianças de zero a seis anos da rede pública hospitalar.

Os deputados irão homenagear com Moção de Aplauso as seguintes personalidades:
 

1. Alcimara Neuza Perin
2. Amini Haddad Campos
3. Ana Cristina Bardusco Silva
4. Ana Maria Urquiza Casagrande
5. Andreia Wagner
6. Antônia Siqueira Gonçalves
7. Antonieta Costa
8. Bárbara Lenza Lana
9. Carmen Martines
10. Clarice Claudino da Silva
11. Dalva Maria de Jesus Almeida
12. Daniella Paula Oliveira
13. Denyse Pereira Valadão
14. Edna Sampaio
15. Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres
16. Eliane Xunakalo
17. Eliceia Loureira Trindade
18. Eliene Liberato
19. Elisamara Sigles Vodonós Portela
20. Emirella Perpétua Souza Martins
21. Esther Louise Asvolinsque Peixoto
22. Eucaris Arruda
23. Eunice Helena Rodrigues de Barros
24. Fabiana Maria Auxiliadora da Silva Soares
25. Francieli Arruda
26. Gabriela Abreu Carvalho
27. Gheysa Borgato
28. Gisa Barros
29. Gisela Cardoso
30. Hadassah Suzanne Bezerra de Souza
31. Helena Maria Bezerra
32. Inês Coelho
33. Ivana Mara Mello
34. Jacy Proença
35. Janailza Taveira Leite
36. Janaína Riva
37. Jane de Sousa Melo
38. Jannira Laranjeira
39. Jo Soares de Sousa
40. Jozilerthe Magalhães Criveletto
41. Kátia Maria Aguilera Ríspoli
42. Katiuscia Manteli
43. Kika Dorilêo Baracat
44. Laice Souza
45. Luciana Zamproni Branco
46. Luciene Carvalho
47. Lucimar Sacre de Campos
48. Luzia Nunes Brandão
49. Málvia Maria Vieira
50. Mara Fava
51. Mara Lígia Pires de Almeida Barreto
52. Mara Visnadi
53. Márcia Pinheiro
54. Marcia Porto
55. Margareth Buzzetti
56. Margareth de Munil
57. Maria Aparecida Ribeiro
58. Maria Avalone
59. Maria Erotides Kneip
60. Maria Fernanda Figueiredo
61. Maria Helena Gargaglione Póvoas
62. Marilda Esperandio
63. Marilsen Andrade Addario
64. Marilza de Oliveira
65. Mauren Lazzaretti
66. Maysa Leão
67. Michelly Alencar
68. Naume Denise Nunes Rocha Muller
69. Nilza Maria Pôssas de Carvalho
70. Rosa Neide Sandes de Almeida
71. Rosamaria Carvalho
72. Rosana Marra
73. Rosemary Prado
74. Rosimeire Felfili
75. Seluir Peixer
76. Serly Marcondes Alves
77. Silvana Correa Vianna
78. Sônia Meira Botelho
79. Tânia Regina de Matos
80. Tatiana Medeiros
81. Thais Ribeiro Lenzi
82. Thaísa Figueiredo Lenzi
83. Thayssa Ferraz
84. Uecileny Rodrigues Fernandes Vieira
85. Virgínia Mendes
 

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Fonte: ALMT

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Viúvo de Amália Barros considera ‘infeliz’ fala de dirigente do PL e defende retratação pública

A repercussão da declaração do presidente do PL em Mato Grosso, Ananias Filho, durante a convenção estadual do partido, continua produzindo desdobramentos. Em entrevista ao portal O Bom da Notícia, o empresário Thiago Boava, viúvo da ex-deputada federal Amália Barros e pré-candidato à Câmara dos Deputados pelo Partido Liberal, classificou como “infeliz” a fala do dirigente ao associar a morte da parlamentar à disputa eleitoral e afirmou que uma retratação pública seria o gesto mais adequado diante do episódio.

Na quarta-feira, durante entrevista coletiva concedida após a convenção da legenda, Ananias declarou que “Deus deu uma mão e levou uns lá para cima” ao comentar o espaço político aberto após a morte de Amália Barros, falecida em maio de 2024, aos 39 anos. A vaga na Câmara Federal passou a ser ocupada pelo primeiro suplente da legenda, Nelson Barbudo.

Embora procure interpretar a declaração como fruto de uma escolha inadequada de palavras, Boava admite que o resultado foi profundamente negativo. “Prefiro acreditar que faltou domínio das palavras, e não sensibilidade. Mas a repercussão mostra que a frase foi muito infeliz”.

O empresário afirmou ainda concordar com a reflexão apresentada no artigo “Quando uma palavra pública fere muito além da política”, publicado pela jornalista Marisa Batalha, segundo o qual determinadas declarações extrapolam a disputa eleitoral porque atingem valores humanos e simbólicos muito mais amplos.

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Boava entende que as desculpas não precisam ser feitas à ele, ainda que admita seu desconforto. Porém, em uma eventual retratação deveria reconhecer o significado da trajetória construída por Amália e o esforço de tantas mulheres que enfrentam barreiras históricas para ocupar espaços de representação política.

“Não sinto necessidade de um pedido de desculpas para mim, nem acredito que seja isso que minha sogra espere. Mas penso que uma retratação seria importante pela memória da Amália e por todas as mulheres que travam diariamente essa batalha”.

Ele acrescentou que a rápida ascensão política da ex-deputada simbolizou uma conquista rara dentro de um ambiente ainda marcado por desigualdades. “A trajetória da Amália foi belíssima. Em tão pouco tempo ela conquistou um espaço que poucas lideranças conseguem construir ao longo de uma vida pública”.

Ao comentar os efeitos políticos da declaração, Boava também observou que um gesto de reconhecimento do erro contribuiria para a própria imagem do dirigente partidário. “Seria importante para ele também. As pessoas estão formando uma impressão sobre esse episódio, e reconhecer um equívoco demonstra grandeza.”

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A declaração de Ananias repercutiu entre lideranças políticas, jornalistas e movimentos ligados à participação feminina na política. Alguns veículos de comunicação noticiaram o constrangimento provocado pela fala e destacaram o entendimento de Boava de que uma retratação pública seria o caminho mais adequado para encerrar o episódio.

Ao associar uma morte precoce à dinâmica eleitoral e à vontade divina, a declaração abriu um debate que ultrapassou os limites partidários e reacendeu discussões sobre responsabilidade institucional, cuidado com a linguagem e respeito à memória de mulheres que conseguiram romper barreiras históricas na política brasileira.

Amália Barros morreu em maio de 2024, aos 39 anos, no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde permaneceu internada em estado grave após complicações decorrentes de uma cirurgia para a retirada de um nódulo no pâncreas.

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