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Três pessoas são presas em operação de combate a exploração sexual infantil em Canarana

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Canarana, deflagrou na noite de segunda-feira (26.07), a Operação Escudo Protetor, que resultou na prisão em flagrante de três pessoas, duas mulheres e um homem, pelos crimes de exploração sexual infantil e estupro de vulnerável.

Dentre as mulheres presas está mãe da menor de 13 anos, que oferecia sexualmente a sua filha e a dona de um bar, que funcionava como prostíbulo. O homem preso seria um suposto namorado da menor.

A operação foi deflagrada após denúncias de exploração sexual infantil no Distrito do Culuene, localizado a 80 quilômetros da zona urbana de Canarana. Com base nas informações a equipe de investigadores em intensa investigação conseguiu levantar todas as informações e constatar a veracidade da denúncia.

Diante das evidências, em ação integrada com a Polícia Militar e Conselho Tutelar, as equipes se deslocaram até o distrito e conseguiram localizar a menor de 13 anos de idade, identificada como a principal vítima da exploração sexual infantil. A menor foi acolhida pelo Conselho Tutelar e encaminhada a abrigo provisório.

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Segundo as investigações, a menina era oferecida sexualmente a homens maiores de idade em um bar local. Ainda era cobrado “comissão” da vítima, que além dos serviços sexuais também trazia lucro ao bar devido ao consumo de bebidas alcoólicas de seus clientes.

Além da ação no bar, também foi cumprido um mandado de busca e apreensão na residência da mãe da menor, onde foram apreendidos aparelhos celulares, que poderão auxiliar o avanço das investigações.

A ação foi coordenada delegado de Polícia Flávio Leonardo, que participou ativamente dos trabalhos da operação. “As investigações do continuarão para identificar outros envolvidos e outras vítimas, assim como as ações preventivas com o fim de reprimir a violência sexual infantil na localidade”, disse o delegado.

Escudo protetor

O nome da operação sinaliza a ação de proteger os mais vulneráveis, marcando a presença do Estado na comunidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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