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Traficante tem mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil por romper tornozeleira eletrônica

Um traficante foragido da Justiça de Porto Alegre do Norte teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na quarta-feira (30.11), em ação realizada pela Delegacia de Confresa (1.160 km a nordeste). A ordem judicial foi decretada após o suspeito descumprir determinação judicial de uso de tornozeleira eletrônica e romper o dispositivo. 

O suspeito de 20 anos estava com o mandado de prisão em aberto por tráfico de drogas e já havia sido preso no mês de junho deste ano pela prática do crime na cidade de Porto Alegre do Norte. Na ocasião, o suspeito e mais três pessoas foram flagrados em uma residência em posse de grande quantidade de entorpecentes. 

Alguns dias após sua prisão, o suspeito foi colocado em liberdade, mediante medidas cautelares, entre eles uso de tornozeleira eletrônica, porém havia rompido o equipamento, descumprindo assim a ordem judicial. 

Diante dos fatos, foi determinado pela Justiça novo mandado de prisão preventiva contra o suspeito, que foi devidamente cumprido pelos policiais da Delegacia de Confresa, na quarta-feira (30). 

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Após as providências para cumprimento da ordem judicial, o suspeito foi encaminhado para a Cadeia Pública de Porto Alegre do Norte/, onde permanecerá a disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo investigado por esquema de influência em decisões judiciais

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25.6), a Operação Falsa Vantagem para cumprimento de ordens judiciais dentro de investigações que apuram a atuação de um grupo criminoso suspeito de envolvimento em um suposto esquema de influência em decisões judiciais mediante pagamento de valores.

Na operação, são cumpridos cinco mandados de busca e apreensão domiciliar expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Cuiabá, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (GCCO/Draco).

A operação integra os trabalhos de investigação que apuram a atuação de um grupo suspeito de prometer influência em decisões judiciais mediante pagamento de vantagens indevidas. As investigações apuram os crimes de extorsão, exploração de prestígio, estelionato, corrupção e organização criminosa.

Entre os alvos estão um advogado, bacharéis em Direito, um policial penal e uma servidora pública do Poder Judiciário. A operação tem como objetivo apurar como os fatos ocorriam, se a prática criminosa era habitual, identificar desde quando o grupo atuava e localizar outras possíveis vítimas.

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Promessa de influência

De acordo com as investigações, o grupo teria prometido a familiares de um condenado a anulação da pena imposta pela Justiça, afirmando ter acesso à servidora responsável pelas decisões, cobrando o pagamento de R$ 150 mil em espécie pela garantia do benefício.

Segundo o apurado, a solicitação do pagamento em espécie teria sido utilizada para dificultar o rastreamento financeiro dos valores. Porém, a medida resultou apenas na redução da pena do condenado, e não em sua anulação, conforme havia sido prometido.

Insatisfeito com o resultado, o beneficiário passou a exigir a devolução dos valores pagos, circunstância que também é objeto da investigação.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, os mandados buscam apreender aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos e para a identificação de outros eventuais envolvidos.

Nome da operação

O nome “Falsa Vantagem” faz referência à promessa de obtenção de influência sobre decisões judiciais em troca de pagamento, criando nas vítimas a falsa expectativa de que haveria garantia de resultados favoráveis perante o Poder Judiciário.

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As investigações prosseguem para apurar a extensão do esquema criminoso, identificar outras possíveis vítimas e individualizar a participação de cada investigado.

Operação Pharus

A operação integra as ações do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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