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Polícia Civil recupera valores subtraídos de vítima de golpe por meio de celular


Assessoria | Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Canarana (823 km a leste de Cuiabá), em parceria com a Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), recuperou rapidamente mais de R$ 22 mil subtraídos de uma vítima de golpe.

A ocorrência de estelionato por meio eletrônico foi registrada nesta segunda-feira (31.01), após um homem de 48 anos procurar a Polícia Civil de Canarana, informando ter sido vítima de um golpe aplicado através de mensagem de texto do celular.

O comunicante relatou que recebeu no seu aparelho um SMS do Banco do Brasil, com o link (resgate.appacessacliente.info) informando que havia pontos a serem regatados e oferecendo a possibilidade de troca por produtos.

A vítima acessou o link informado que o remeteu a uma página na internet e preencheu alguns campos que eram solicitados. Passados alguns minutos, uma pessoa ligou dizendo ser do Setor de Fraudes do referido banco.

A pessoa solicitou que a vítima se dirigisse até um caixa eletrônico, pois havia uma transação suspeita em sua conta e necessitava realizar alguns procedimentos. Seguindo as orientações que lhe eram repassadas, ela efetuou três PIX de diferentes valores para uma mesma conta do Banco Santander.

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O golpista afirmou a necessidade das transferências e que estas seriam estornadas posteriormente para sua conta. Porém somente após as operações realizadas, o comunicante desconfiou de era um golpe. Em contato com o Banco do Brasil foi informado que não havia nenhum protocolo registrado de tais transações.

Diante dos fatos, a Delegacia de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI) foi acionada para dar apoio nas investigações, e em parceria com o setor de Repressão à Fraudes do Banco Santander, foi possível recuperar mais de R$ 22 mil da vítima.

As diligências seguem em andamento para identificar os envolvidos no crime.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil localiza corpo de vítima e prende autores de execução em Sorriso

A Polícia Civil de Mato Grosso esclareceu, nesta quarta-feira (29.4), um homicídio e ocultação de cadáver de David Fernandes de Sousa, de 21 anos, com a identificação e prisão de três envolvidos nos crimes, em Sorriso. A morte da vítima está relacionada à possível rixa entre facções criminosas.

As investigações da Delegacia de Sorriso apontaram que os três criminosos eram amigos da vítima e passaram a desconfiar que o amigo pertencia a uma facção rival, fato que teria motivado o crime. Eles responderão pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e organização criminosa.

Com o esclarecimento do crime, Sorriso apresenta índice de 100% dos homicídios elucidados, com a identificação e a prisão dos autores no município.

David Fernandes de Sousa era considerado desaparecido desde o dia 5 de abril, quando sua mãe procurou a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência. Segundo informações, há 15 dias, o jovem estava dividindo aluguel com um amigo e, após esse período, não teve mais notícias.

Com base nas informações repassadas, os policiais da Delegacia de Sorriso iniciaram as investigações e conseguiram identificar um dos suspeitos, de 22 anos, integrante de facção criminosa, com envolvimento no desaparecimento e morte de David.

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Em continuidade às diligências, os policiais conseguiram localizar e prender o suspeito, que confessou a participação no homicídio e na ocultação de cadáver do jovem, bem como revelou a localização do corpo e o envolvimento de outros integrantes no grupo.

Com a possível localização do corpo, os policiais foram até o local e, após escavarem, conseguiram encontrar o corpo enterrado em uma cova rasa, em uma região de mata do município.

Os outros dois suspeitos já haviam sido presos na semana passada por envolvimento com tráfico de drogas. Os três suspeitos foram autuados em flagrante por ocultação de cadáver e organização criminosa e responderão, em inquérito policial, pelo homicídio.

Segundo o delegado Bruno França, responsável pelas investigações, os suspeitos eram amigos da vítima, porém, após desconfiarem que ele integrava uma facção criminosa rival, decidiram executá-lo.

“A vítima foi morta estrangulada com o cadarço do próprio sapato e, posteriormente, teve o corpo ocultado, em uma evidente situação de rixa entre grupos criminosos”, disse o delegado.

As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no crime.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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