POLICIAL

Polícia Civil prende segundo envolvido em homicídio de jovem em Água Boa

Publicados

em

Mais um envolvido no homicídio em que um jovem foi morto a facadas durante o final de semana no município de Água Boa teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, nesta segunda-feira (13.11), em continuidade às diligências realizadas no município.

O segundo preso por participação no crime foi identificado como o executor da facada que resultou na morte da vítima Matheus Alexandre Pereira Moreira, de 20 anos.

O crime que vitimou ocorreu na madrugada de sábado (11), por volta das 03h30, durante uma briga em uma distribuidora da cidade. Na ocasião, a vítima foi agredida por dois suspeitos no canteiro central em frente ao bar, sendo atingida por golpes de faca.

A vítima tentou correr para escapar das agressões, porém caiu em frente ao bar, não resistindo aos ferimentos. A equipe da ambulância chegou a ser acionada, porém quando chegou ao local, encontrou a vítima já sem vida.

No domingo (12), foi realizada a prisão do primeiro envolvido, que participou da briga, agredindo a vítima e desferindo um golpe de faca em seu braço. Em continuidade às investigações, foi realizada a oitiva de testemunhas e outras diligências, sendo possível identificar o segundo envolvido no crime, responsável pela faca que tirou a vida da vítima.

Leia Também:  Polícia Militar lamenta falecimento do 3º sargento Antero em Cuiabá

Com base no apurado, o delegado Danilo Rodrigues representou pelo mandado de prisão do investigado que foi deferido pela Justiça, porém ele já havia fugido para cidade de Canarana. Com informações do paradeiro do suspeito, foi realizada troca de informações com policiais civis da delegacia da cidade que localizaram o suspeito dando cumprimento à ordem de prisão.

“Com a prisão do segundo envolvido, a Polícia Civil esclareceu de forma rápida esse bárbaro homicídio ocorrido em Água Boa”, disse o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Polícia Militar lamenta falecimento do 3º sargento Antero em Cuiabá

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Militar apreende dois adolescentes com arma de fogo em Cáceres

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA