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Polícia Civil orienta consumidores a não pegar corridas fora de aplicativos para show do Guns

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A Polícia Civil estará na Arena Pantanal, na noite desta sexta-feira (31.10), como parte da segurança do show da banda Guns N’ Roses. Mas os cuidados começam antes de chegar ao evento, os consumidores devem estar atentos a todas as possibilidades de crimes, desde a venda de ingressos falsos, às corridas de motoristas de aplicativos com valores exorbitantes e também os possíveis furtos na hora do show.

Para auxiliar os apaixonados pelo rock a estarem mais seguros, o delegado Rogério Ferreira, titular da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), informou alguns cuidados que quem vai ao show pode tomar, para evitar se tornar vítima de algum crime.

Uma das principais denúncias que a Polícia Civil vem recebendo ao longo da semana, é de que motoristas de aplicativo estariam se organizando para praticar preços exorbitantes em corridas para o show.

“Nós acreditamos sempre no senso de justiça na honestidade dos motoristas de aplicativo, de que não haverá esse tipo de cobranças abusivas. Contudo, se houver a prática de cobranças em valores muito exorbitantes ao comum, ao fixado pelas plataformas de transporte, a Polícia Civil, por meio da Delegacia do Consumidor, aconselha que os consumidores registrem um boletim de ocorrência”, afirmou o delegado.

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Rogério orientou que os consumidores simulem a corrida pelo aplicativo, salvem em imagem os valores, a origem e o destino da corrida, e, sendo constrangidos a pagar valores muito acima do de mercado, registrem boletim de ocorrência pelo crime de aumento abusivo de preço ao consumidor.

“É um crime contra a economia popular, com pena de prisão de até dois anos e multa, fora as sanções administrativas, que podem ser aplicadas por meio dos Procons Estadual e Municipal”, informou o delegado Rogério Ferreira.

A Polícia Civil estará presente dentro e fora da Arena Pantanal nesta sexta-feira (31). No portão Leste haverá um ônibus na área externa e viaturas caracterizadas, com diversos policiais auxiliando o trabalho dos órgãos de defesa do consumidor. Haverá também a disponibilidade de equipes para registro de ocorrência, repressão e investigação de ilícitos de natureza penal.

Dentro da Arena, a Delegacia do Torcedor, que fica no setor Norte da Arena Pantanal, no terceiro andar, estará em funcionamento a partir das 16h30.

Ingressos falsos

Até o momento, não houve nenhuma denúncia de venda de ingressos falsos do show. Porém, o delegado Rogério Ferreira orientou que os consumidores consultem seus ingressos antes de saírem de casa e desconfiem de valores muito abaixo do original.

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“É sempre possível que haja esse tipo de de conduta, por isso, é importante que o consumidor consulte o seu ingresso no aplicativo oficial da organização do evento e verifique se aquele ingresso que estão oferecendo por meio de redes sociais não é falso e está realmente em seu nome”, afirmou o delegado.

Ferreira instruiu a população, também, a se atentar aos objetos que são proibidos de entrar na Arena Pantanal pela organização do evento, como cadeiras, guarda-chuvas, bandeiras, faixas, fogos de artifícios, alimentos e bebidas, cigarros, produtos inflamáveis e objetos que podem causar ferimentos.

“Verificar se o seu ingresso está OK e procurar ir sempre com espírito de se divertir, mas também atento aos objetos proibidos e aos seus pertences pessoais. A Polícia Civil estará na Arena Pantanal junto com outras forças segurança atuando para evitar a prática de crimes, como furtos, por exemplo, mas é importante que o público em geral tenha também essa consciência de tomar o máximo de cuidado possível com seus pertences pessoais e de atender todas as normas da organização do evento”, finalizou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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