POLICIAL

Polícia Civil incinera drogas apreendidas na região de Araputanga

A Polícia Civil realizou, nesta segunda-feira (22.9), no município de Araputanga (345 km a oeste de Cuiabá), a incineração de entorpecentes apreendidos na região.

O ato de destruição dos entorpecentes oriundos das ações policiais deflagradas no município, foi realizado nas fornalhas de uma madeireira seguindo protocolo conforme determina a legislação vigente.

O carregamento se refere a doze procedimentos instaurados pela Delegacia de Araputanga, nos anos de 2024 e 2025, incluindo inquéritos, termos circunstanciados de ocorrência, prisões em flagrante, entre outros procedimentos investigativos.

Depois de apreendidas, as substâncias ilícitas são devidamente encaminhadas à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para realização de exames periciais. Sendo também representado pelo pedido da autorização judicial para a incineração do material.

Além dos policiais civis da Delegacia de Araputanga, participaram da ação equipes da Delegacia Regional de Cáceres, do Ministério Público, da Vigilância Sanitária local e da Politec.

A incineração representa o comprometimento das forças de Segurança Pública, da Justiça e autoridades sanitárias no enfrentamento ao tráfico de drogas, na proteção da saúde e da ordem pública na região de Araputanga.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Polícia Civil MT cumpre mandados contra investigados por furtar uma fazenda em Confresa

A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta terça-feira (30.6), a Operação Partilha, para cumprimento de nove mandados judiciais para esclarecer um furto qualificado ocorrido em uma fazenda no município de Confresa.

A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa, apura o crime que resultou na subtração de R$ 350 mil em dinheiro, cinco armas de fogo, joias, entre outros objetos.


As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça em desfavor de três suspeitos envolvidos no crime. Sendo cumpridas em Confresa, Sinop, Peixoto de Azevedo, São José do Xingu (distrito de Santo Antônio do Fontoura), Porto dos Gaúchos e na cidade de Novo Progresso, no Estado do Pará.

Os mandados de busca e apreensão domiciliar, inclusive na modalidade itinerante, afastamento do sigilo de dados telefônicos e telemáticos e o acesso e extração dos dados dos dispositivos apreendidos, foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Barra do Garças.

A ação visa recuperar as armas, joias e o valor que foram subtraídos da vítima, além de outros materiais como celulares, tablets e notebook, essenciais para o esclarecimento das negociações e transações financeiras referentes à partilha do produto do crime.

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A operação coordenada pela Derf conta com o apoio das Delegacias de Confresa, São José do Xingu e Santa Cruz do Xingu, das Delegacias Regionais de Guarantã do Norte, Sinop e Juína, e da Polícia Civil do Pará.

O crime

O furto qualificado foi praticado em uma propriedade rural em Confresa, na madrugada de 23 de setembro de 2024, quando os autores arrombaram cofres no interior da residência e subtraíram cerca de R$ 350 mil em espécie, além de joias e cinco armas de fogo.


Apuração

Durante diligências a equipe da Derf de Confresa identificou a atuação de grupo com divisão de tarefas entre os investigados. Os três alvos da operação são apontados como o informante (prestador de serviço com acesso ao interior da casa), o executor e o responsável pela logística do plano criminoso e pela destinação das armas de fogo furtadas.

Conforme a delegada da Derf de Confresa, Karen Amaral Makrakis, no decorrer da investigação foi encontrado registro da partilha entre os suspeitos, além de áudios, mensagens e fotografia de arma subtraída localizada em um aparelho celular.

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“A precisão do furto dirigida exatamente aos bens guardados na casa, indicou desde o início que o grupo teria agido com informação privilegiada sobre o local e o conteúdo dos cofres. Os indícios revelaram a atuação de um grupo estruturado, com divisão de tarefas e posterior repartição do produto do crime entre os envolvidos, parte do qual chegou a ser negociada”, destacou a delegada.


Partilha

O nome da operação faz referência ao documento manuscrito apreendido durante as investigações, no qual os próprios envolvidos haviam anotado como dividiram entre si o produto do furto, cada um com a sua parte em armas, joias e valores, de modo que, se a partilha dividiu o espólio entre os envolvidos, é também a palavra que dá nome à resposta do Estado, a operação destinada a desfazer essa divisão.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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