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Polícia Civil e Vigilância Sanitária fecham fábrica clandestina de açaí em Várzea Grande

Uma fábrica clandestina de açaí, que estava adulterando/falsificando o produto destinado aos consumidores, foi fechada pela Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (22.08), em ação conjunta da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e Vigilância Sanitária de Várzea Grande.

O proprietário do estabelecimento, que não possuía as devidas licenças de funcionamento, foi autuado em flagrante por crime contra a saúde pública.

As investigações iniciaram após o recebimento de denúncia de que, em um barracão, no bairro Marajoara em Várzea Grande, havia pessoas embalando açaí de origem desconhecida, utilizando embalagens de produto de uma marca conhecida por patrocinar grandes eventos de lutas.

A denúncia apontava ainda que o barracão utilizado para o embalo clandestino recebia, com frequência, caminhões com embalagens vazias para embalo do produto, além de ser um local insalubre, infestado de ratos, razão pela qual os próprios funcionários não consumiam os produtos, devido à falta de higiene.

Com base nas informações levantadas, os policiais da Decon, com apoio da equipe da Vigilância Sanitária de Várzea Grande, foram até o local e encontraram a fábrica em pleno funcionamento, sendo confirmado que os produtos produzidos no local eram acondicionados em embalagens de marcas conhecidas, como por exemplo, a empresa Bony Açaí, do Estado do Pará.

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No local onde o produto era embalado, além de fardos com substância semelhante a polpa de açaí de origem desconhecida, havia uma pilha com sacos de açúcar cristal, pacotes de ácido cítrico anidro, emulsificante e outros produtos químicos utilizados na fabricação clandestina, porém as embalagens nas quais os produtos eram colocados informavam como ingredientes apenas “açaí e xarope de guaraná”.

Ao lado do barracão havia um galpão com centenas de caixas de papelão com embalagens vazias de poupa de açaí de marcas conhecidas do mercado.

Questionado sobre a eventual existência das autorizações necessárias para produzir e embalar o produto no local em vasilhames e embalagens de marcas conhecidas do mercado, o responsável pelo estabelecimento respondeu que não possuía nenhum documento.

Os fiscais da Vigilância Sanitária Municipal de Várzea Grande constataram que o local não tem autorização para funcionar e que as condições de fabricação e de higiene em geral das instalações não estão adequadas à legislação vigente, motivo pelo qual a fábrica clandestina foi interditada e os produtos encontrados no local foram apreendidos para destruição.

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“Diante de todos os elementos colhidos no local, há indícios suficientes de que o suspeito praticou crime contra a saúde pública ao fabricar, armazenar, manter em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribuir ou entregar a consumo substância alimentícia ou o produto falsificado, corrompido ou adulterado, conforme ilícito penal previsto no artigo 272, §1º-A, do Código Penal”, explicou o delegado titular da Decon, Rogério Ferreira.

Após ser lavrado o flagrante, o suspeito foi encaminhado para audiência de custódia, ficando à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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PRF prende suspeito de furtar módulo eletrônico de caminhão na BR-070 em Várzea Grande

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu, na madrugada desta quarta-feira (13), um homem suspeito de furtar um módulo eletrônico de caminhão às margens da BR-070, em Várzea Grande (MT).

A ocorrência foi registrada por volta de 0h50, no km 515 da rodovia. Durante patrulhamento, a equipe do Grupo de Motociclismo Policial da PRF (GMP/PRF) visualizou um automóvel estacionado às margens da via e, nas proximidades, identificou um homem saindo da parte traseira de uma carreta que estava parada no local.

Durante a verificação, os policiais localizaram no chão um módulo eletrônico da marca Volvo. Em seguida, a equipe constatou que o componente havia sido retirado de um caminhão estacionado nas proximidades. Ao acionar o veículo, o painel indicou falha elétrica e perda de funcionalidade, reforçando a ligação entre o equipamento encontrado e o caminhão vistoriado.

O módulo subtraído é um componente eletrônico utilizado em caminhões pesados para o gerenciamento de funções do chassi e de sistemas elétricos do veículo. Trata-se de uma peça estratégica para o funcionamento do caminhão e cuja retirada pode provocar prejuízos relevantes, além de comprometer a operação do transporte rodoviário.

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Durante a fiscalização, também foram encontrados no automóvel utilizado pelo suspeito uma faca e uma ferramenta do tipo formão.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Flagrantes de Várzea Grande, para os procedimentos cabíveis. A ocorrência foi registrada, em tese, pelo crime de furto.

A PRF reforça que a fiscalização nas rodovias federais também atua na repressão a crimes patrimoniais praticados contra motoristas profissionais e veículos de carga, contribuindo para a segurança de quem utiliza as estradas e para a proteção da atividade logística.

Fonte: PRF – MT

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