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Polícia Civil cumpre 24 mandados de prisão em operação para captura de foragidos da Justiça

A Polícia Civil, por meio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol), deflagrou nesta semana a Operação Curupira que resultou no cumprimento de 24 mandados de prisão contra criminosos foragidos da Justiça, envolvidos em diferentes crimes.

Em oito dias de operação, foram 22 pessoas presas envolvidas em crimes graves como homicídio qualificado, tráfico de drogas, roubo qualificado com sequestro, violência contra a mulher, uso de documento falso, ameaça, porte ilegal de arma de fogo, roubo qualificado, quadrilha ou bando e associação criminosa.

Entre os alvos, está o foragido da justiça da cidade de Barra do Bugres (MT), F.E.M., 38 anos, preso no final da tarde de quinta-feira (21.8), no bairro Cohab Jaime Campos, em Várzea Grande (MT). Contra o procurado, havia duas ordens de prisão pendente de cumprimento, por roubo qualificado e outra ordem de prisão por homicídio qualificado.

Na operação, também foi realizada a prisão de um foragido da Justiça da cidade de Dourados (MS), W.M.F., de 39 anos, preso na quarta feira (20), na Rodovia BR 364, que dá acesso à cidade de Jangada. O foragido estava com a ordem de prisão em aberto por homicídio qualificado. Essa prisão contou com o apoio da Polícia Federal de Cáceres.

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Prisão foragido do Maranhão

Outra prisão de destaque foi do foragido da Justiça da cidade de São Luís, estado do Maranhão. O criminoso D.F.S.J., de 42 anos, considerado de alta periculosidade se evadiu do presídio do Estado do Maranhão e era considerado foragido.

Em 2012, na cidade de São Luis (MA), com mais (06) seis criminosos, agindo em quadrilha perpetraram roubo de caixas eletrônicos nas agências do Banco do Brasil por duas vezes e na agência do Banco Santander, localizada em uma faculdade do município.

Por este último crime, o criminoso foi prática condenado a 9 anos e 28 dias de prisão, ocasião em que fugiu do presídio. O mesmo criminoso foi flagrado em 2020, com 15 quilos de maconha em frente a sua distribuidora de bebida, na Avenida Beira Rio, em Cuiabá.

Policiais da Polinter, receberam a informação que o foragido estaria usando seu verdadeiro prenome e que Diego Ferreira dos Santos Junior, é um nome falso, que ele usou no Estado do Maranhão para roubar as agências bancárias e com o qual possuía o mandado de recaptura pela fuga no presídio.

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Operação Curupira

O nome da operação faz referência ao guardião da floresta (O Curupira)que punia quem praticava os atos ilícitos nas florestas e como forma de proteger a sociedade.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Civil desarticula núcleo financeiro de facção criminosa na Região Metropolitana de Cuiabá

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2.7), a segunda fase da Operação Golden, para cumprir ordens judiciais em continuidade às investigações que apuram a atuação de uma facção criminosa envolvida com os crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridas 14 ordens judiciais, sendo cinco mandados de busca e apreensão domiciliar, oito bloqueios de contas bancárias e ativos financeiros no limite de R$ 283,5 mil e uma medida cautelar diversa da prisão, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias Polo de Cuiabá.

As ordens judiciais são cumpridas nos municípios de Várzea Grande, Pontes e Lacerda e Tangará da Serra, além de Itabela, no Estado da Bahia.

A operação, deflagrada com base em investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), conta com o apoio operacional da Delegacia Regional de Polícia de Pontes e Lacerda, da Delegacia de Polícia de Tangará da Serra e da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) da Polícia Civil da Bahia.

Entre os alvos, está um detento que está preso em São Paulo, em razão de mandado de prisão expedido pela Justiça de Mato Grosso. O investigado possui vasta ficha criminal no Estado por envolvimento em tráfico de drogas, homicídio, entre outros crimes.

Esta segunda fase da operação tem como objetivo central a desarticulação do núcleo financeiro da facção criminosa, atingindo diretamente a estrutura econômica que sustenta as atividades ilícitas.

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Primeira fase

A primeira fase da operação foi deflagrada em 13 de março de 2025, quando foram cumpridas 18 ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, prisões preventivas e bloqueios patrimoniais contra investigados por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de capitais.

As investigações da Denarc tiveram origem após a prisão em flagrante de um casal envolvido com o tráfico de drogas. Com o avanço das diligências, foi possível identificar que os integrantes do grupo criminoso utilizavam contas bancárias de terceiros e um estabelecimento comercial para ocultar e movimentar valores provenientes da comercialização de entorpecentes.

Em continuidade aos trabalhos da primeira fase, foram apreendidos mais de R$ 692 mil em espécie e R$ 222 mil em cheques, valores localizados durante buscas realizadas na cidade de Cáceres, além do bloqueio de grande quantidade de valores nas contas dos investigados, que continham grande quantidade de valores.

Mapeamento financeiro e lavagem de dinheiro

As investigações prosseguiram e permitiram aos investigadores identificar novos integrantes da facção criminosa e ampliar o mapeamento da estrutura financeira utilizada para a movimentação dos recursos ilícitos.

Os elementos obtidos também possibilitaram a realização de investigação financeira, que identificou movimentações incompatíveis com a capacidade econômica declarada dos investigados e a utilização de empresa de fachada.

Segundo os levantamentos realizados pela Denarc, uma empresa constituída em nome de um dos investigados, sem histórico empresarial relevante e com renda declarada modesta, movimentou mais de R$ 600 mil em apenas dois meses, sem lastro econômico compatível para gerar esse montante.

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A investigação identificou ainda transferências financeiras entre pessoas apontadas como integrantes do grupo criminoso, incluindo suspeitos com antecedentes por tráfico de drogas e participação em facções.

Segundo o delegado André Rigonato, responsável pelas investigações, também foram identificados repasses para a empresa que apresentou indícios de funcionamento incompatíveis com a atividade declarada, circunstâncias que reforçaram a hipótese investigativa de utilização de pessoas físicas e jurídicas para ocultação e dissimulação de recursos provenientes do tráfico de drogas.

Os elementos fundamentaram a representação da Polícia Civil pelas novas medidas cautelares deferidas pelo Poder Judiciário. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos celulares, computadores, documentos e outros materiais que serão submetidos à análise pericial para subsidiar a continuidade das investigações.

“As medidas cautelares patrimoniais têm como finalidade impedir a ocultação ou dissipação de ativos supostamente oriundos da atividade criminosa, preservar elementos de prova e assegurar eventual reparação dos danos e perdimento de bens ao final da persecução penal”, destacou o delegado.

As investigações seguem em andamento, podendo resultar na identificação de novos envolvidos e na adoção de outras medidas judiciais.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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